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[RESENHA #237] O cogumelo Venenoso, de Ernst Ludwig Hiemer

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Esse material foi produzido completamente e “ao pé da letra”, somente para fins de estudo - uma vez que é difícil encontrar materiais sobre esse famigerado assunto em nosso idioma que sejam neutros e/ou fiéis aos originais. Não demonstramos interesse em apoiar o conteúdo do mesmo, e nem de fazer apologia a movimento político algum. Assim como não demonstramos em nenhum momento sermos favoráveis a nenhum dos termos/textos ou afirmações seguintes.

O cogumelo venenoso é uma obra infantil publicada em 1938 por Julius Striches durante a ascensão do nazismo na Alemanha. O livro é uma obra antissemita escrita por Ernst Ludwig Hiemer que se propagou por todas as redes de ensino da Alemanha durante o regime nazista. O texto foi adotado como uma forma de propagar o antissemitismo que resultou no holocausto judeu. 

O livro foi uma das políticas adotadas pelo governo para “conscientizar” as crianças sobre os riscos que os judeus traziam para a Alemanha, para economia e, sobretudo, para a sociedade.  O partido nazista “trabalhava” em cima das massas jornalísticas para influenciar as pessoas com seus discursos elaborados e com suas propagandas antissemitas. Após um período, ficou evidente que as crianças precisavam tomar conhecimento do possível mal que estava acometendo a sociedade alemã. Após este período, as crianças judias começaram a sofrer uma onda interminável de Bullying nas escolas, nas ruas e em qualquer outro lugar onde estivessem, e em seguida, ocorreu a expropriação de suas casas, separação de membros de uma família, organização dos transportes (em sua maioria, trens) e concentração massiva do povo judeu nos campos de concentração, também disseminados pelo partido nacional socialista como sendo um “campo de trabalho”.


O foco principal da narrativa adotada por Heimer está ligado diretamente à definição do que vem a ser o judeu.  Enquanto para alguns o que define ser ou não ser um judeu está ligado às crenças e costumes, para os alemães o que definia um judeu era sua herança sanguínea, e sendo assim, era impossível catequiza-los ou convertê-los para uma outra religião, já que é impossível redefinir seu DNA biológico, e seguindo esta linha de raciocínio eles adotaram uma única saída: a destruição completa do povo judeu.  A narrativa também aborda questões que estavam ligadas diretamente à sociedade alemã: A expulsão dos judeus das esferas sociais — locais públicos, proibição de transição entre ruas, estabelecimentos e meios de transportes, e claro, a criação da lei de proteção do sangue de Nuremberg, que previa que o sangue dos alemães deveria se manter puro, expulsando completamente os judeus de toda a esfera social. 




O capítulo doze desta obra enfatiza e questiona: “o que Cristo disse sobre os Judeus?”. Em uma narrativa extremamente curiosa, o autor apresenta um diálogo simples feito por uma camponesa e seus dois filhos em um passeio. Ao avistar uma cruz, a mãe para, reflete e explica para os filhos quem foi Jesus e o que os judeus fizeram com ele.
Leia atentamente:

A mãe camponesa voltava do seu trabalho no campo com seus três filhos, e faz uma pausa quando vê uma imagem de Cristo. A mãe fala para eles sobre a maldade dos judeus.

Ela aponta para a cruz à beira da estrada:

- Crianças olhem ali. Esse homem pendurado na cruz foi um dos maiores inimigos dos judeus de todos os tempos. Ele sabia que os judeus eram corruptos e malvados. Uma vez ele expulsou os judeus com um chicote, pois eles estavam enfiando suas negociações na igreja. Ele chamou os judeus de “Assassinos dos homens desde o princípio” porque queria dizer que os judeus foram assassinos em todos os tempos. Ele disse também sobre os judeus: “Seu pai é o Demônio!”. Sabem o que isso significa crianças? Significa que os judeus descendem do Demônio. E por descender do demônio, eles podem viver como demônios. Então cometem um crime atrás do outro.

As crianças olham pensativas para a cruz, e a mãe continua:

 - Por esse homem conhecer os judeus, por contar essa verdade para o mundo, ele tinha que morrer. Então os judeus o assassinaram. Então cravaram pregos em suas mãos e pés, deixando-o sangrar lentamente. Dessa maneira horrível os judeus tiveram sua vingança. E de modo muito parecido eles mataram muitos outros que tiveram a coragem de dizer a verdade sobre os judeus. Lembrem-se sempre disso, crianças. Quando virem uma cruz, pensam na morte horrível dos judeus no Gólgota. Lembre-se que os judeus são crias do Demônio e assassinos de humanos. Lembre-se do ditado:

“Enquanto os judeus estiveram na Terra
Existiram inimigos de judeus.
Eles avisaram sobre o sangue judeu,
E sacrificaram seu próprio sangue, Para que o mundo pudesse conhecer o Demônio
E não afundar nas ruínas;
Para que o mundo pudesse ser libertado em breve
Da escravidão pelos judeus.”



O capítulo que sucede esta narrativa é o “O dinheiro é o deus do judeus”, reafirmando a ideia de que eles não adoravam a nada, a não ser suas próprias riquezas.

Observe:

- Diga-me mãe, como os judeus são tão ricos? Nosso professor nos disse que milhares de judeus pelo mundo são milhonários. E ainda disse que os judeus não trabalham. E que os nãojudeus é que devem trabalhar. E que os judeus somente negociam. Mas que não se pode se tornar um milhonário negociando papéis, ossos roupas velhas e móveis!.

A mãe então explica como ocorre: O judeu é indiferente se os não-judeus estão passando fome. Os judeus não têm piedade. Esforçam-se só por uma coisa - dinheiro. E não se importam no modo de conseguí-lo.

Liselotte pergunta como eles conseguem se comportar dessa maneira.

E a mãe responde:

—  Filha, perceba uma coisa. Os judeus não são como nós. Os judeus são como demônios, e os demônios não têm senso de honra, tratam apenas de maldades e crimes. Já tens lido a bíblia, Liselotte. Lá diz o que o deus dos judeus disse aos judeus uma vez: "Vocês precisam engolir todo o povo da Terra". Sabes o que significa isso? Significa que os judeus precisam destruir as demais pessoas. Precisam sangrá-las e explorá-las até que morram. É só isso que significa.

O cogumelo venenoso é uma das obras mais assustadoras e terríveis de se analisar, principalmente se partirmos do ponto em que se trata de uma obra de consumo infantil. Em 291 páginas e dezessete capítulos, o autor trabalha em cima de todo antissemitismo, fazendo o leitor acreditar que os judeus eram responsáveis por toda desgraça social, econômica e racial ao qual a Alemanha estava sendo submetida. Após diversas propagandas, obras literárias, anúncios e discursos políticos proferidos, os judeus começaram finalmente à ser extinguidos da sociedade alemã. 

O livro termina com uma pergunta extremamente curiosa: Existem Judeus bonzinhos? E é claro que o capítulo não aborda questões positivas com relação a resposta.

Confira alguns dos trechos presentes nesta obra:

·         “Do mesmo modo que cogumelos venenosos levam a uma terrível calamidade, o judeu é a causa da miséria, sofrimento, falta de saúde e morte” (do capítulo 1, O Cogumelo Venenoso).

·         “Eles se disfarçam, tentam ser amigáveis, afirmando mil vezes suas boas intenções para conosco. Mas não se deve acreditar neles. Judeus eles são e judeus eles serão. Para nosso povo, eles são venenosos” (do capítulo 1, O Cogumelo Venenoso).

·         “Os gentios foram criados para servir os judeus. Devem arar, semear, capinar, cavar, colher, regar e moer. Os judeus foram criados para encontrar tudo pronto” (do capítulo 4, O que é o Talmud?).

·         “Não se deve negociar nada com um judeu. O judeu sempre nos trapaceará e tomará todas nossas posses. Todo camponês deve se lembrar disso.” (do capítulo 6, Como um camponês alemão foi expulso de sua casa e fazenda).

·         “Eu recebia somente pequenos salários e tinha que trabalhar de manhã cedo até tarde da noite, sem ter quase nada para comer. Os judeus me tratavam como um cachorro e sempre me insultavam” (do capítulo 10, Como o judeu trata seus empregados).

·         “Os judeus são um povo criminoso. Com a mesma brutalidade e sede de sangue com que eles matam animais, também matam seres humanos. (…) Desde o princípio os judeus foram um povo assassino. São como demônios na forma humana” (do capítulo 12, Como os judeus torturam os animais).

·         “Por esse homem conhecer os judeus, por contar essa verdade para o mundo, ele tinha que morrer. Então os judeus o assassinaram. Então cravaram pregos em suas mãos e pés, deixando-o sangrar lentamente. Dessa maneira horrível os judeus tiveram sua vingança. E de modo muito parecido eles mataram muitos outros que tiveram a coragem de dizer a verdade sobre os judeus” (do capítulo 13, O que Cristo disse sobre os judeus?).

·         “Os judeus não são como nós. Os judeus são como demônios, e demônios não têm senso de honra, tratam apenas de maldades e crimes” (do capítulo 14, O dinheiro é o deus dos judeus)”

Após o final da segunda grande guerra, todos os livros antissemitas foram banidos da Alemanha, embora haja ainda obras em circulação pela web. 

Conheça “hippie”, a autobiografia de Paulo Coelho

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Foto: WooMagazine | Divulgação

Em seu livro mais autobiográfico, Paulo Coelho nos leva a reviver o sonho transformador e pacifista da geração hippie.

Capa Oficial de "Hippie".
Paulo é um jovem que quer ser escritor, deixa os cabelos longos e sai pelo mundo à procura da liberdade e do significado mais profundo da existência. Sua jornada começa com uma viagem pela América do Sul - passando por Machu Picchu, no Peru, Chile e Argentina - até o encontro com Karla, em Amsterdã, quando juntos resolvem ir até o Nepal no Magic Bus. No caminho, os companheiros vivem uma extraordinária história de amor, passam por transformações profundas e abraçam novos valores para suas vidas. Hippie é o vigésimo livro de Paulo Coelho, o autor mais traduzido em todo o mundo e que vem sendo publicado pela Paralela desde 2016.


Goiás, 15 de Maio de 2018 — E o autor de um dos livros brasileiros mais vendidos da história — o alquimista — lança mais um livro, desta vez, autobiográfico. Paulo Coelho é carioca, brasileiríssimo e um dos escritores contemporâneos mais reconhecidos na atualidade, principalmente após ter sido condecorado “patrono da paz” pela ONU, e claro, constituir um lugar privilegiado na academia de Letras, ocupando a cadeira de número 21, cujo patrono é Joaquim Serra.

Foto: Acervo Pessoal / Divulgação
Muito pouco se conhece da vida de Paulo Coelho além de seus manuscritos extremamente conhecidos, porém, este livro veio para mudar isso. Em uma entrevista cedida à rede globo, o autor contou detalhes de sua vida hippie e de suas pretensões com a escrita de uma biografia com relação ao seu passado hippie, lançada através da Paralela, selo da Companhia das Letras. Neste romance de tons autobiográficos, o autor enfatiza suas experiências como o escritor que viveu durante uma viagem de trem de Amsterdã a Istambul na década de 70, em busca de descobertas, aventuras e de si próprio. O livro pode ser considerado a consolidação e afirmação de que Paulo Coelho é — e sempre será — o patrono da paz.

Foto: Acervo Pessoal / Divulgação

A mensagem principal da narrativa do autor é estabelecer e provocar o sentimento de compaixão, paz e amor. Segundo o autor, o livro é uma forma de impor tolerância em um mundo tão intolerante.

O livro é um dos manuscritos mais bem elaborados que o autor já produziu em sua história. As nuances performáticas que envolvem esta escrita envolvente e apaixonante, mostram-nos a delicadeza com a qual o autor aborda os temas relacionados à sua vida, passado e aprendizado. O livro já pode ser adquirido online em todas as grandes livrarias online.

Confira o booktrailer:


[DROPS #4780] Os meninos que enganavam os nazistas, 2017

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Imagem: Divulgação


GOIÁS, 14 DE MAIO DE 2018 — Os meninos que engavam os nazistas é uma produção cinematográfica dirigida por Christian Duguay. A obra retrata a vida de dois irmãos judeus, Maurice (Batyste Fleurial) e Joseph (Dorian Le Clech) durante uma perseguição nazista em um período ocupacional na Itália. A obra é um drama que coloca em primeira instância a vida de dois irmãos que começam a sentir o intenso reflexo da segunda grande guerra sobre suas famílias.

Christian Duguay possuí uma sensibilidade que ultrapassa os limites esperados pelo espectador. Ao narrar à vida de uma família de classe média, o olhar recaí sobre uma sensibilidade que toca o emocional do autor, realmente, crescer judeu em meio ao caos não é algo que se espera para concretização de uma vida, ainda mais quando se não fez absolutamente nada para merecer tal perseguição. Durante a obra pode-se observar as diversas descrições que caracterizam o ocorrido: a expropriação, a noite de cristais, a separatividade causada pela lei alemã sobre todo um povo e todo amontoado de questões que se formam perante as circunstâncias que envolvem os irmãos Maurice e Joseph.  

Joseph Joffo, sobrevivente da Segunda Guerra Mundial, publicou em 1973 o livro Un Sac de Billes, narrando sua história de fuga tendo como cúmplice o irmão. Adaptado para o cinema pela primeira vez em 1975 por Jacques Doillon, o drama ganhou nova versão neste asseado Os Meninos que Enganavam Nazistas, comandado por Christian Duguay. Sem tentar esconder o que acontece no final, o diretor abre o longa de forma nada sutil, com a entrada triunfal em cena do pequeno Joseph (Dorian Le Clech), vindo do alto de uma ladeira em Paris, vitorioso na cidade acinzentada. O sol, as cores, aparecem quando ele relembra sua saga para escapar dos nazistas. É incomum e um pouco estranho ver os tempos sombrios e sofridos tão iluminados em oposição ao pós-guerra apagado e visualmente infeliz, porém a compreensão de que a experiência dos meninos durante o conflito é mais uma jornada libertadora e de amadurecimento do que uma fuga da morte pode aliviar o incômodo.

O mais incrível nesta história é o fato de que mesmo com tudo caminhando para a desgraça completa, os envolvidos possuíam histórias para contar e vidas para tocar. O intuito principal desta obra é narrar o reencontro de uma família judia que se encontrava em fuga, uma vez que a união estabelecesse o perigo completo para todos os envolvidos. Encontravam inúmeras formas de se manterem sãs e salvos, mas algo (ou alguém, nunca se sabe) zelava por eles, cuidava e os ajudava a sempre se manter a salvos. Seu credo era seu martírio, e tudo o que lhe restava de vida estava na mão de pessoas que nem os conhecia — o nacionalismo alemão.

Esta é uma das primeiras narrativas que não trazem a experiência do sofrimento do holocausto para o expectador — não se forma direta —, o roteirista trabalhou em cima de uma ótica mais rasa, porém, com o foco muito bem elaborado e determinado: A história de vida dos irmãos. O filme recebeu uma crítica mediana por parte dos grandes tabloides e blogs especializados em cinema e curtas, porém, nosso olhar e critérios avaliativos vão além do superficial, a história realmente conta mais que a fotografia, e este filme, esta história e estas vidas definitivamente possuem algo para contar, e nós decidimos parar para ouvir. Um filme emocionante e emocionante.

[RESENHA #236] O acaso das manhãs, de Milton Carlos Rezende

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Foto: Divulgação

REZENDE. Milton Carlos. O ACASO DAS  MANHÃS. São Paulo: Edicon, 1º Ed, 1986.

Após nos fascinar com sua escrita em “Mais uma xícara de café” (Ed. PENALUX, 2018), Milton Rezende retorna ao nosso blog com mais uma de suas obras emblemáticas e encantadoras, desta vez o livro é “o acaso das manhãs”, publicado em 1986 pela Edicon. Em uma narrativa linear – como um conto que segue uma ordem cronológica – Milton nos convida à conhecer o mundo sensível dos sentidos aflorados de nosso cotidiano. Em 77 páginas, o autor tece uma narrativa instigante acerca dos sentimentos humanos, das fraquezas, ilusões, e sobretudo, da sensibilidade que envolve o existir.  

O poema de abertura desta obra foi intitulado de “Noturno”, onde o autor mostra-nos a fragilidade dos sentimentos que envolvem a existência do homem, uma vez que, nossos passos são como a vida – ela passa – e inevitavelmente outros passos cobrirão os nossos e virão sucessivamente, até que se cumpra um ciclo de caminhadas para rumo algum.

Se Delimitarmos este pequeno espaço
Onde está agora o número 38 de meus pés
É certo não haver convergência de um todo
Pois sou muitos na unidade do nada
E caminhamos divorciados no tempo.
(NOTURNO, p. 09)

Mas é claro que ao abordar a vida de forma tão singela – e sensível – o autor trabalhou também as questões que envolvem todos os momentos do homem com relação a sua busca por saciedade:

Um momento cristalizou
Todos os outros momentos
Um momento trouxe à tona
Todos os outros momentos
De uma sublimação dissimulada.
Um momento estabeleceu o paradoxo
Entre o que se quer concretamente
E o que se assume perante a consciência
Para fugir do inevitável.
(UM MOMENTO...TODOS OS MOMENTOS, p. 25)

E por fim, em um dos poemas presentes na página número 46, o autor após desenhar o perfil do humano como sendo sensível em demasia, decide esclarecer toda esta complexidade por trás dos sentimentos e arrependimentos que carregamos, tudo isso em considerações a respeito do homem.
O homens
Não sabem que são homens
Se soubessem, rejeitariam o nome.
(p.46)

É claro e certo que todos nós encontramos uma nova fraqueza e um novo motivo para desistir a cada amanhecer. E é exatamente sobre isto que esta obra retrata: Sentimentos que se perdem e pessoas que não se definem como sendo quem são, afinal, seus sentimentos e sua existência são demasiadamente sensíveis demais para lhe permitir sentir.

A obra é tão intensa quanto a escrita mais recente do autor na obra citada no início desta resenha. Um bom poema mantém em si a essência de uma boa escrita e de um misto de sentimentos. E isto, Rezende nos promove com eficiência.

Lançamentos de Maio, Paulinas Editora

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Esta obra do conhecido autor Bruno Carneiro Lira destina-se a todos aqueles que amam a Mãe de Jesus e a têm como intercessora junto ao seu Filho Jesus. Em um primeiro momento é apresentada a figura de Maria vista pela Teologia do Concílio Vaticano II, para, em seguida, refletir as suas celebrações nos graus de solenidade, festa e memória a partir do Tempo Litúrgico correspondente. 

Assim, começa pelo Advento e Tempo de Natal, depois prossegue por meio da Quaresma e Tempo da Páscoa e chega ao Tempo Comum. O itinerário litúrgico-mariano aprofunda cada celebração em cinco aspectos básicos, que aparecem permeados nas entrelinhas do texto: histórico, bíblico, teológico, litúrgico e pastoral. Reflete, ainda, sobre as Memórias de Nossa Senhora nos Sábados do Tempo Comum; as diferenças entre memória, festa e solenidade, e, finalmente, aprofunda o Ofício da Imaculada Conceição, tão cantado pelo nosso povo, sobretudo em preparação às suas principais celebrações.
Sem dúvida, esta obra vem preencher uma lacuna em nosso catálogo, oferecendo uma reflexão, atualizada e bem fundamentada, da presença de Maria na história da salvação, por meio da Liturgia.


O livro narra a trajetória iluminada da beata Dulce dos pobres em sua persistente luta pelas questões sociais, apesar da saúde frágil. O autor fala também sobre a visita do Papa João Paulo II, sobre as obras sociais irmã Dulce e sobre a comoção que tomou conta não apenas da Bahia, mas de todo o país, quando, em 13 de março de 1992, o anjo bom da Bahia, como irmã Dulce tornou-se conhecida, partiu para a casa do pai.


Este kit, pensado especialmente para ajudar na organização de celebrações durante o Mês de Maria, traz um livro com roteiros de oração e um CD com canções marianas que destacam a ação de Deus na vida de Nossa Senhora.
Indicado para momentos de oração em família, com amigos e vizinhos, o livro traz cinco encontros celebrativos, nos quais os Mistérios Gozosos são contemplados e refletidos a partir do Evangelho, além da Coroação de Nossa Senhora, uma ladainha e orações marianas. O CD, por sua vez, traz orações e músicas consagradas, ideais para momentos de partilha, comunhão e meditação pessoal.


O filme "Inácio de Loyola" é um drama histórico que tem início em Pamplona, Espanha, em 1521, quando o capitão Loyola, a serviço do vice-rei Navarro, assume o comando de um exército de 300 soldados na batalha de Pamplona, contra 12 mil soldados do exército francês. Derrotado e ferido em combate, Inácio é obrigado a ficar por meses em recuperação e, para preencher seu tempo, passa a dedicar-se à leitura da vida de Jesus e dos santos. A partir de então, toma a maior decisão de sua vida: colocá-la a serviço de Deus, com as armas da fé, da humildade e da prática de exercícios espirituais.


Lino é um porquinho muito amigo de uma coelhinha branca chamada Lua, que ele conheceu na fábrica de brinquedos. Desde então, eles estavam sempre juntos e se divertiam muito. Até que um dia, inesperadamente, Lua sumiu... Lino ficou muito triste e a sua felicidade só voltou quando... Ah!!! Não posso contar, você vai descobrir lendo a história desses dois amigos.


O livro inicia tratando da importância de garantir às crianças uma dieta balanceada e nutritiva, estabelecendo bons hábitos alimentares e favorecendo a experimentação e apreciação de uma grande variedade de alimentos para evitar alterações de crescimento, deficiências de nutrientes, baixa imunidade, perda ou aumento exagerado de peso e problemas no desenvolvimento e aprendizado. 

Durante a fase de escolar, segundo a autora, o lanche tem papel fundamental nesse sentido, desde que seja preparado com ingredientes saudáveis, evitando-se os alimentos industrializados e proporcionando a variação do cardápio para evitar a monotonia. Sendo assim, ela propõe opções saudáveis e apresenta as receitas que podem ser combinadas para preparar a lancheira do dia a dia das crianças. São receitas simples, que as crianças podem ajudar a preparar e que garantem um lanche nutritivo e saudável.


Todos os dias, no começo da tarde, a menina adormecia no colo da mãe, embalada por uma canção que a seguiria sempre na sua vida. Coisas de mãe, da escritora portuguesa Sílvia Alves, é um texto eminentemente poético que sustenta uma infância nutrida pelo afeto materno, enquanto o pai estava longe de casa. Mãe e filha passavam os dias juntas: regavam a horta, assistiam ao pôr do sol, apreciavam o cheiro das maçãs... e acrescentavam muitos pontos às histórias; as mesmas passadas de pai para filho, como a da cigarra e da formiga. E havia muitas formigas e muitas cigarras... tantas que era possível inventar história para cada uma delas. O ilustrador João Caetano imprime sua interpretação imagética à história, conferindo autonomia às imagens, que, paralelamente, constroem a sua narrativa. Ele utiliza várias técnicas e seduz o leitor para os cantos das páginas, para fora das molduras, para dentro da boca do lobo... convidando-o para uma viagem que não tem fim.


Na versão tinta e braille, a obra com a história de Antônio e sua mãe, Rita, na época que em que ela o procurava por toda parte até que, finalmente, o encontrou. A primeira vez em que se viram, não foi após o parto, pois Antônio não nasceu da barriga de Rita, ele foi adotado por ela. Mas, naquele primeiro abraço, Rita e Antônio sentiram a emoção e o amor do momento do nascimento.


Um livro-álbum no qual são relatados momentos marcantes da vida de Tatiana Belinky e suas lembranças da meninice. Ao escrever essa obra, a autora divide com seu leitor um pouco do muito que viveu ao longo dos seus 94 anos de vida. Considerado por ela, uma autobiografia "não autorizada", essa obra traz à tona os principais acontecimentos de sua vida recontados em forma de crônicas que, em meio às entrelinhas, nos encanta e nos torna cúmplices de momentos singulares que ocorreram no passado, mas que ainda continuavam muito presentes para Tatiana e que com imenso prazer e generosidade ela divide conosco.
Essa obra póstuma também propicia ao leitor o contato com uma série de manuscritos que foram selecionados por ela mesma, que pertencem ao álbum que ganhou quando fez 15 anos, são dedicatórias de familiares, admiradores, colegas e professores.
Sensível e extremamente produtiva, sem dúvida, essa foi uma forma que Tatiana encontrou de fazer com que suas emoções extrapolassem a dimensão de seu pensamento, e ficassem para sempre junto daqueles que ela tanto estimou, seus leitores.
Ana Maria Moura fez um trabalho primoroso ao utilizar vários recursos na ilustração dos textos, criando no leitor uma expectativa, uma curiosidade que os segue até a próxima página.


Os gatos têm sido retratados por diversos artistas em diferentes formas de linguagem. Esta obra, ilustrada por Aldemir Martins, retrata incomparavelmente a essência desse independente, misterioso e cativante animal.

Prêmio:
Altamente Recomendável FNLIJ - o Melhor para criança (1999)


Esta obra é uma alusão às experiências que só o tempo pode nos dar. O carrossel é a ampulheta no tempo do menino Álvaro, filho do mestre-de-obras Firmino, um homem daqueles poucos "que nascem sabendo sem saber que sabem". Trata-se de um jogo de sentidos, com palavras e metáforas que, somadas às imagens, exigem muita imaginação para saborear a filosofia entre o menino e o tempo.


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