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[LANÇAMENTO] Tordesilha livros


Tordesilhas é um dos selos mais consagrados e visionários da nossa atualidade. A diferença do grupo Tordesilhas para as demais editora é a extrema dedicação e amor por literatura nacional. 

A editora que é pioneira em publicações de alto escalão e está renovando o seu catálogo e trazendo para nós grandes títulos, que você confere abaixo: 


 Ricardo Lísias
 Contos e crônicas
 08/2011
O romantismo, movimento estético originado na Europa no final do século XVIII, inspirado pelo iluminismo, está vivo e influente até hoje em todo o mundo. Sua importância no Brasil, porém, não menor, como mostra Antonio Candido em Formação da literatura brasileira, que considera o romantismo como o marco inicial do que conhecemos como literatura brasileira.

Sinopse:  Foi por isso que o selo Tordesilhas convidou o escritor Ricardo Lísias a selecionar contos e crônicas dos escritores românticos mais significativos das nossas letras, a saber: Machado de Assis, Álvares de Azevedo, Bernardo Guimarães, Joaquim Manuel de Macedo, José de Alencar e Manuel Antônio de Almeida. A leitura e compreensão desses autores são de fundamental importância para o entendimento da literatura brasileira de qualquer período posterior. Mas não se trata apenas do dever escolar de conhecer os fundadores de nossa literatura. Lísias pautou-se pela missão de apresentar ao leitor o prazer de conhecer um pouco de nossos clássicos românticos, em narrativas sedutoras, que nos revelam um mundo colorido e agitado. Lendo esses autores descobrimos as influências românticas que saltam aos olhos na cultura contemporânea: desde a estrutura das novelas televisivas até a composição de personagens da cultura pop, como nos filmes e nas histórias em quadrinhos.  O volume traz ainda cronologia detalhada sobre o movimento romântico em terras tupiniquins e situa cada escritor em seu contexto, em breves e precisas apresentações de Ricardo Lísias.







 Kim Frank
 Romance
 Eduardo Simões
 09/2011

SinopseLançado na Alemanha em maio de 2011, 27 parte de uma premissa curiosa para tratar ficcionalmente dos bastidores do mundo real da música pop e da indústria fonográfica, do fascinante – e terrível – universo das celebridades e das angústias de nosso tempo.

Sinopse: A “maldição dos 27” fez mais uma vítima, recentemente: Amy Winehouse. A lista dos cantores que morrem nesta idade é pontilhada por celebridades: Brian Jones, fundador dos Rolling Stones, o guitarrista Jimi Hendrix, a cantora Janis Joplin, o vocalista do The Doors, Jim Morrison, e Kurt Cobain, líder do Nirvana. André Barcinski, da Folha de S. Paulo, vai mais longe: “Se ampliarmos a lista para a faixa de 25 a 29 anos, podemos incluir ainda Tim Buckley, Gram Parsons, Danny Whitten (Crazy Horse), Tommy Bolin (Deep Purple), James Honeyman-Scott (Pretenders), Hillel Slovak (Chili Peppers), Frankie Lymon (The Teenagers), Shannon Hoon (Blind Melon), Bradley Nowell (Sublime) e muitos outros”.
A macabra coincidência inspirou o jovem escritor alemão Kim Frank a escrever 27, romance sobre Mika – que, às vésperas de completar dezenove anos, e pouco depois de perder o único amigo fulminado por uma overdose de ecstasy, é descoberto como letrista e vocalista de uma nova banda, a “Fears”. Solitário e hipocondríaco, com a mãe sempre ausente e o pai sequer conhecido, além de ter convivido na infância com a lenta agonia de um tio vítima da AIDS, Mika é rapidamente transformado em celebridade. Um impacto e tanto na vida de alguém obcecado com a certeza de que morrerá aos 27 anos, como tantos rockstars que povoam a coleção de vinis e biografias legada pelo tio. O sucesso de Mika e da Fears, ao longo dos anos, é proporcional à intensidade com que o cantor se envolve com (muitas) drogas, bebidas e escândalos amorosos, afastando-se cada vez mais de seus parceiros de banda. Até que o aniversário de 27 anos mergulha o cantor no mais absoluto e depressivo isolamento, à espera da morte.
Lançado na Alemanha em maio de 2011, 27 parte de uma premissa curiosa para tratar ficcionalmente dos bastidores do mundo real da música pop e da indústria fonográfica, do fascinante – e terrível – universo das celebridades e das angústias de nosso tempo.



 Emerson Tin (organizador)
 Contos e crônicas
 08/2011

O Tordesilhas inaugura sua linha de antologias em grande estilo: Emerson Tin, doutor em teoria literária pela Unicamp, organizou para o selo uma seleta de frases daquele que Fernando Pessoa chamou de “o imperador da língua portuguesa”: Antônio Vieira, o jesuíta que viveu (intensamente) no século XVII. Servindo-se da edição que o próprio Vieira reviu, e que se encontra digitalizada, disponível na internet, Tin selecionou trechos de sermões, cartas e monografias do padre que ainda em seu tempo foi considerado o maior sermonista da Europa e da América – tanto que foi convidado pelo próprio papa ao cargo de pregador do Vaticano (o que o padre recusou).

Sinopse: O Tordesilhas inaugura sua linha de antologias em grande estilo: Emerson Tin, doutor em teoria literária pela Unicamp, organizou para o selo uma seleta de frases daquele que Fernando Pessoa chamou de “o imperador da língua portuguesa”: Antônio Vieira, o jesuíta que viveu (intensamente) no século XVII. Servindo-se da edição que o próprio Vieira reviu, Tin selecionou trechos de sermões, cartas e monografias do padre que ainda em seu tempo foi considerado o maior sermonista da Europa e da América – tanto que foi convidado pelo próprio papa ao cargo de pregador do Vaticano (o que o padre recusou).
Esta coletânea é ao mesmo tempo uma amostra da genialidade de Vieira, autor de frases lapidares – tanto pelo conteúdo quanto pela forma –, e obra de referência, com citações agrupadas em ordem alfabética de tema (Admiração, Adulação, Alegria, Amizade, Amor, Aparências, Bem, Calúnias, Ciências, Cobiça, Comer, Curiosidade, Desejo, Dificuldades, Dinheiro... até Vontade).  Transcritas com rigor, a partir de fonte absolutamente confiável, estas 318 citações do padre Antônio Vieira escolhidas e apresentadas por Emerson Tin cumpre um papel ímpar na divulgação de um dos momentos mais altos da literatura de língua portuguesa. Alto ao ponto de brilhar entre as maiores estrelas de todos os tempos e idiomas.


 Lia Minápoty e Yaguarê Yamã
 Infantil
 Mariana Newlands
 02/2012

Numa linguagem muitas vezes crua, que não faz concessão aos “brancos”, as surpreendentes e fascinantes histórias deste livro são metáforas para explicar a religião, os mitos de origem e os costumes dos maraguás, proporcionando ao jovem leitor uma experiência única de troca cultural, além de convidá-lo ao respeito pelas diferenças e pelos descendentes diretos dos que habitavam o Brasil antes do Brasil

Sinopse: O selo infantil Tordesilhinhas disponibiliza, em edição ricamente ilustrada por Mariana Newlands, seis contos da mitologia do povo maraguá, descendente da antiga civilização tapajônica – que desenvolveu sofisticada cerâmica decorada –, habitante da região do rio Abacaxis, no Amazonas. O fato de ambos os autores serem originários de tal cultura é o diferencial de A árvore de carne, que anula a presença de um branco como intermediário das narrativas: um pajé sai em busca de novos poderes guiado por uma voz misteriosa (“O colar sagrado”); o deus Guarimonãg se encontra cercado por forças malignas e usa uma árvore para se defender (“A árvore de carne”); garoto deixa a aldeia e vai morar em plena mata por amor à natureza (“O protetor das árvores”); jovem casal apaixonado desenvolve plano para conseguir o consentimento dos pais da moça (“Um casamento na aldeia”); homem resolve se opor às proibições da tribo e enfrenta as maldições de uma lagoa (“A lagoa encantada”); por fim, é narrada a origem do povo maraguá (“A origem do poço Gurupápawa”). O volume contém um glossário que explica os significados de palavras do idioma maraguá – e de outras línguas indígenas – e do vocabulário típico da Amazônia.
Numa linguagem muitas vezes crua, que não faz concessão aos “brancos”, as surpreendentes e fascinantes histórias deste livro são metáforas para explicar a religião, os mitos de origem e os costumes dos maraguás, proporcionando ao jovem leitor uma experiência única de troca cultural, além de convidá-lo ao respeito pelas diferenças e pelos descendentes diretos dos que habitavam o Brasil antes do Brasil.



 Alejandra Pizarnik
 Contos e crônicas
 Santiago Caruso
 Maria Paula Gurgel Ribeiro
 04/2011

Novela de terror inspirada na vida da condessa húngara Erzébet Báthory, condenada pelo assassinato de 650 jovens mulheres com requintes de crueldade. Vários dos tormentos aos quais as jovens foram submetidas são descritos no livro. Primeira obra da autora publicada no Brasil. Posfácio de João Silvério Trevisan (autor de Devassos no paraíso).

Em 1611 a condessa húngara Erzsébet Báthory foi condenada pelo assassinato de seiscentas e cinquenta jovens mulheres. Marcada pela perversão e pela demência, a Dama de Csejthe passou para a história como um símbolo do mal absoluto. Em seus crimes se vislumbram os limites extremos do horror.
Com A Condessa sangrenta, Alejandra Pizarnik alcançou um dos ápices de sua literatura, elaborando um retrato perturbador do sadismo e da loucura.
Santiago Caruso soube recriar, com suas magníficas ilustrações, não só os detalhes da história, mas também os atrozes sentimentos que a governam.


 Jorge Reis-Sá
 Romance
 06/2016

Numa pequena cidade portuguesa, Susana sofre um AVC. Os médicos decretam sua morte cerebral ao mesmo tempo que anunciam sua gravidez de doze semanas – causa provável do acidente vascular. Francisco, o marido, começa então o diário do seu luto, que vai de maio a outubro, porque decidem não interromper a gestação. Francisco falará então do que é viver a morte anunciada, com todas as circunstâncias que o levaram até ali e que diariamente tem de enfrentar. Entre cada um dos meses, uma véspera se anuncia. Cada uma delas é composta por uma carta, cujo conjunto percorre trinta anos da vida de pessoas ligadas intimamente ao casal e vai explicar muito do que agora se passa. 

Sinopse: Jovem autor e editor, considerado uma das figuras de destaque na nova geração de escritores portugueses, peça-chave no recém-aquecido interesse de Portugal pela literatura brasileira, Jorge Reis-Sá já viveu várias vidas antes mesmo de completar 40 anos: a do editor idealista que começa um negócio na casa da avó, na pequena cidade onde nasceu; a do poeta que escreve “na torrente da memória”; a do jornalista que vai atrás do Papa Francisco na Terra Santa; a do editor daquela que será provavelmente a mais importante antologia da literatura brasileira publicada em Portugal, lançada no ano passado pela Editora Glaciar em parceria com a Academia Brasileira de Letras. 
Em A definição do amor, Reis-Sá retorna ao romance, revisitando o universo de trabalhos anteriores. Um mundo em quese pode tocar os mortos, porque afinal não há mistério, e é preciso continuar, preparar a vida seguinte.
Numa pequena cidade portuguesa, Susana sofre um AVC. Os médicos atestam sua morte cerebral ao mesmo tempo que anunciam sua gravidez de doze semanas – gravidez que o marido desconhecia e causa provável do acidente vascular. Francisco, o marido, começa então o diário do seu luto, que vai de maio a outubro, porque decidem não interromper a gestação. Enquanto Matilde cresce no ventre da mãe inerte, Francisco recorda os anos (poucos) de casado; a chegada do primeiro filho, André, apenas 10 meses antes; a infância. Recorda os pequenos e os grandes gestos que fizeram seu casamento e a sua existência. E tenta imaginar como será a vida depois da morte.
Entre cada um dos meses desse diário uma véspera se anuncia,cada uma delas composta por uma carta, cujo conjunto percorre mais de trinta anos da vida de pessoas ligadas intimamente ao casal e vai explicar muito do que agora se passa: o suplício de Beatriz, tia de Susana, que troca o filho que trazia no ventre pelo casamento na Igreja com um homem que ao final a matará; o tormento de Paulo, o marido assassino e apaixonado que viveu também um amor proibido com a tia Conceição; o irmão desta, Joaquim, padre e pedófilo que dá cabo da própria vida. “Que culpa temos nós do amor que sentimos?” pergunta-se Rita a certa altura, ela mesma apaixonada pela amiga Susana.
Numa linguagem suscinta, numa prosa por vezes indistinta da poesia tal a sua carga lírica, Jorge Reis-Sá faz uma viagem lúcida e resignada ao interior de um homem que, de certa maneira, despede-se de si mesmo. Não poderia ser mais apropriada, portanto, a epígrafe que encerra o livro:“Vou para casa esquecer que parti”. 




 Rodolfo Teófilo
 Romance
 04/2011

Há décadas fora de catálogo, originalmente publicado em 1890, é um dos primeiros romances do mundo a ter a fome como protagonista. Ambientado na grande seca cearense de 1877-1879, é também precursor da literatura regionalista brasileira. Posfácio de Lira Neto (autor de Padre Cícero – Poder, fé e guerra no sertão).
Um clássico do naturalismo brasileiro, publicado originalmente em 1890, é agora retomado pelo selo Tordesilhas mais de 30 anos após sua última edição (José Olympio, 1979). Valendo-se da ideologia cientificista da época, a narrativa descreve as angústias da mais longa seca nordestina de que se tem notícia, a de 1877-79, responsável pelo desaparecimento de 4% da população da região, particularmente do Ceará (a então província mais atingida), e pela miséria de milhares de outras pessoas. O romance acompanha a vida de retirantes reduzidos a condições animalescas, chegando ao extremo da autofagia para aplacar a fome.
Considerado, por um lado, a pedra fundamental para a geração regionalista dos anos 1930, principalmente para Rachel de Queiroz, Graciliano Ramos e José Lins do Rego, por outro lado, o romance foi revestido pela faceta de “maldito”, especialmente por levar a técnica naturalista ao extremo em descrições cruas e detalhadas de miséria e degradação humana. Em resposta aos detratores, o autor costumava apontar matérias de jornais que o teriam inspirado a criar as violentas cenas de sua obra.
Ao lado do livro homônimo do norueguês (e Nobel) Knut Hamsun, publicado no mesmo ano, A fome de Rodolfo Teófilo é apontado pelos registros da literatura universal como primeiro romance a tematizar o assunto que lhe dá título.
O volume foi organizado por Waldemar Rodrigues Pereira Filho, doutorando em teoria literária na Unicamp e estudioso do romance, e posfaciado por Lira Neto, autor da única biografia do romancista cearense. A presente edição traz ainda detalhada cronologia e bibliografia de e sobre Rodolfo Teófilo.






 John Ajvide Lindqvist
 Terror
 Renato Marques
 10/2013

Com estilo inteligente e ritmo aguçado, o autor John AjvideLindqvistmostra mais uma vez, emA maldição de Domarö, seu talento em construir com estilo próprio uma atmosfera aterrorizante.Se em Deixa ela entrar(2012) e em Mortos entre vivos (Tordesilhas, 2012)Lindqvistusou, respectivamente, vampiros e zumbis, agora é a vez de presenças fantasmagóricas ocuparem as páginas de seu livro.
Após o trágico e misterioso desaparecimento da filha, a vida de Anders entra em declínio. Dois anos depois, alcoólatra e abandonado pela mulher, ele resolve voltar ao lugar onde sofrera tão terrível perda: o arquipélago sueco Domarö. Tentando encontrar uma maneira de lidar com sua dor e entender o que de fato aconteceu, Anders entra num espiral psicológico, em que as memórias indeléveis de sua família se misturam às experiências reais e assus

Um jovem casal leva sua filha, uma criança chamada Maja, para um passeio no farol do arquipélago sueco Domarö, onde passaram parte importante de sua vida. Contudo, o momento de comunhão transforma-se em um pesadelo quando a criança desaparece misteriosamente. A narrativa, então, toma um salto de dois anos, tempo suficiente para uma mudança drástica na vida do outrora feliz casal. Separado de Cecilia, Anders é agora um homem entregue à bebida e à apatia. Desolado, retorna à ilha e logo começa a investigar o que de fato aconteceu à filha, descobrindo antecedentes de acontecimentos estranhos no lugar. O elo comum parece ser o mar, cuja aparente calmaria guarda, sob suas profundezas, forças desconhecidas.
Anders busca uma explicação, um sentido para a perda que, se por um lado não lhe parece absolutamente irremediável, por outro não lhe apresenta chances claras de reversibilidade. Resta-lhe tatear, por vezes cegamente, à procura de um resquício de Maja, um sinal de que a manifestação de sua presença seja tão possível quanto ele deseja.O desespero de Anders é traduzido num movimento pendular, em que se alternam a ação destemperada e uma espécie de torpor embriagado.
O frio sueco ajuda a compor o cenário de medo e desespero, na medida em que o clima gélido só faz aumentaro terror paralisante a que está submetido Anders, que treme ora por frio, ora por pavor. Na ilha, Anders conta com o apoio de sua avó, Anna-Greta, e o companheiro desta, Simon, que apesar de ter abandonado a carreira de longa data na mágica traz consigo um truque que não consta em nenhuma cartilha.
Em A maldição de Domarö, o autor John AjvideLindqvist expõe personagens marcados pelo peso dilacerante da culpa e de segredos há tempos guardados sob o jugo do medo e numa tentativa de proteção. Há, também, aqueles que lidam com fatos por demais dolorosos para serem admitidos. A narração é entrecortada por pensamentos de personagens fundamentais à trama, artifício literário que deixa o leitor à parte da disposição psicológica daqueles, criando um efeito de “em primeira mão”. O leitor, assim, enreda-se na atmosfera de medo e mistério que confere à obra vigor consistente.
O amplo uso de flashbacks – desenvolvidos com o mesmo primor que a narração do tempo atual – dá consistência ao temperamento dos personagens, assomando verossimilhança. O leitor consegue entender com mais profundidade a formação de caráter e personalidade das personagens, e em que medida os acontecimentos passados as transformaram.
Na galeria de personagens marcantes, destacam-se ainda dois amigos com diálogos inspirados em músicas da banda de rock The Smiths, celebrada na década de 1980 por seu existencialismo melancólico e sua cansada rebeldia; a ex-queridinha da turma, que maltrata o rosto e o corpo com procedimentos cirúrgicos que a enfeiam propositadamente; e a assistente de mágico cujo vício em drogas coloca outras vidas sob ameaça.
Se em Deixa ela entrar(2012) e em Mortos entre vivos (Tordesilhas, 2012)Lindqvistusou, respectivamente, vampiros e zumbis, agora é a vez de presenças fantasmagóricas ocuparem as páginas de seu livro. Com estilo inteligente e ritmo aguçado, o autor mostra mais uma vez, emA maldição de Domarö, seu talento em construir com estilo próprio uma atmosfera aterrorizante, que reflete idealmente os humores de seus personagens.

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