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Os 10 melhores livros para ateus e agnósticos

terça-feira, agosto 30, 2016

/ by Vitor Lima
Reprodução

Talvez a vida não seja tão complexa para ser expressa em forma de parábola em livros considerados sagrados. Religião - Este é o ponto "x" da vida humana na terra. Por anos, a religião tem governado vidas, ditado regras, leis, doutrinas e dito como de fato as coisas devem ou não devem ser, o que me leva a acreditar que a sua criação não teve outro fundamento. 

Acreditar que um mundo cheio de desgraça, dor, doença e sofrimento foi criado por alguém extremamente bom e maravilhoso, cheio de graça tem sido uma duvida extremamente frequente entre os homens, os terrestres deste universo. Agnosticismo ou até mesmo o ateísmo tem tomado por completo a cabeça de pessoas que procuraram abrir os olhos para o que é óbvio: Não existe um criador, e nem nunca existiu, ao menos, é o que acredita os escritores dos livros que iremos indicar a seguir:

Para outras indicações maravilhosas acerca deste tópico, clique aqui.

1. Deus não é grande - Christopher Hitchens

Autor: Christopher Hicthens
Editora: Globo
Ano: 2016
Páginas: 472
ISBN:9788500022319
Deus não criou à sua imagem, foi o contrário. A partir desta afirmação o jornalista e escritor Christopher Hitchens ataca os alicerces de um dos mais importantes princípios da civilização ocidental - a religião. Questionador e de estilo incisivo, o autor põe em dúvida até o mais beato dos fiéis, mostra por que nenhuma religião oferece uma resposta satisfatória a vários questionamentos e porque a profusão de deuses e religiões tanto tem adiado o desenvolvimento da civilização.



2. O anticristo - Friederich Nietzch

Autor: Friederich Nietzch
Editora: L&PM
Paginas: 128
Ano: 2008
ISBN: 9788525417916

Escrito em 1888, último ano antes de Friedrich Nietzsche perder a lucidez, este ensaio é uma das mais afiadas análises de que o cristianismo já foi objeto. Dando continuidade ao exame sobre a moral praticado na maioria de seus livros, em "O anticristo" o autor firma sua posição sobre a doutrina religiosa. Ele mostra como o cristianismo – ao qual chama de maldição – é a vitória dos fracos, doentes e rancorosos sobre os fortes, orgulhosos e saudáveis, persuadindo e induzindo a massa por meio de ideias pré-fabricadas.
A partir da comparação com outras religiões, Nietzsche critica com veemência a mudança de foco que o cristianismo opera, uma vez que o centro da vida passa a ser o além e não o mundo presente. Até mesmo Jesus Cristo e o apóstolo Paulo são questionados, assim como grande parte de todos os dogmas cristãos, em um grande exercício filosófico.

3. O que Jesus disse? E o que não disse? - Bart D. Ehrman

Autor: Bart D. Ehrman
Editora: Prestígio
Páginas: 248
Ano: 2006
ISBN: 9788599170984

O livro mostra a história que está por trás das alterações que eclesiásticos políticos e copistas ignaros fizeram no Novo Testamento, causando um impacto enorme na compreensão e interpretação da Bíblia que temos hoje. Aqui, pela primeira vez é revelado onde e por que essas mudanças foram feitas, para que os pesquisadores possam avançar na reconstituição mais fiel possível dos termos originais do Novo Testamento. Um livro para leigos, teólogos, historiadores.

4. Deus um Delírio - Richard Dawkins

Autor: Richard Dawkins
Editora: Companhia das letras
Páginas: 524
Ano: 2007
ISBN:9788535910704

Num tempo de guerras e ataques terroristas com motivações religiosas, o movimento pró-ateísmo ganha força no mundo todo. E seu líder é o respeitado biólogo Richard Dawkins, eleito recentemente um dos três intelectuais mais importantes do mundo (junto com Umberto Eco e Noam Chomsky) pela revista inglesa Prospect. Autor de vários clássicos nas áreas de ciência e filosofia, ele sempre atestou a irracionalidade de acreditar em Deus, e os terríveis danos que a crença já causou à sociedade. Agora, neste "Deus, um Delírio", seu intelecto afiado se concentra exclusivamente no assunto e mostra como a religião alimenta a guerra, fomenta o fanatismo e doutrina as crianças.O objetivo principal deste texto mordaz é provocar: provocar os religiosos convictos, mas principalmente provocar os que são religiosos “por inércia”, levando-os a pensar racionalmente e trocar sua “crença” pelo “orgulho ateu” e pela ciência.
Dawkins despreza a idéia de que a religião mereça respeito especial, mesmo se moderada, e compara a educação religiosa de crianças ao abuso infantil. Para ele, falar de “criança católica” ou “criança muçulmana” é como falar de “criança neoliberal” — não faz sentido.
O biólogo usa seu conceito de memes (idéias que agem como os genes) e o darwinismo para propor explicações à tendência da humanidade de acreditar num ser superior. E desmonta um a um, com base na teoria das probabilidades, os argumentos que defendem a existência de Deus (ou Alá, ou qualquer tipo de ente sobrenatural), dedicando especial atenção ao “design inteligente”, tentativa criacionista de harmonizar ciência e religião.
Mas, se é agressivo para expressar sua indignação com o que considera um dos males mais preocupantes da atualidade, Dawkins refuta o negativismo. Ser ateu não é incompatível com bons princípios morais e com a apreciação da beleza do mundo. A própria palavra "Deus" ganha o seu aval na ressalva do "Deus einsteiniano", e o maravilhamento com o universo e com a vida, já manifestado em seus outros livros, encerra a argumentação numa nota de otimismo e esperança.


5. O problema com Deus - Bart D. Ehrman

Autor: Bart D. Ehrman
Editora: Agir
Páginas: 263
Ano: 2008
ISBN:9788522009893

Doutor em estudos bíblicos, Ehrman é um ex-pastor evangélico e conhecedor das escrituras. Estudando o livro sagrado dos cristãos, ele desconstrói vários conceitos, entre eles o do sofrimento do mundo, causado pelo pecado original. Honesta e logicamente, ele conta suas experiências pessoais e mostra o que o levou a perder a fé. E por que o Deus no qual ele acreditava não existe.




6. A magia da realidade

Autor: Richard Dawkins
Editora: Companhia das Letras
Páginas: 272
Ano: 2012
ISBN:9788535920543

Existem muitas formas de magia. Nossos ancestrais usavam o sobrenatural para explicar o mundo antes do desenvolvimento do método científico. Os antigos egípcios explicavam a noite sugerindo que uma deusa engolia o sol. Os vikings acreditavam que o arco-íris era uma ponte entre a morada dos deuses e a Terra. Os japoneses diziam que os terremotos aconteciam quando um gigantesco bagre que carregava o mundo nas costas balançava a cauda. Essas histórias tinham como tema a magia, acontecimentos extraordinários. Mas há outro tipo de magia, que pode ser encontrado na alegria de descobrir as verdadeiras respostas para essas perguntas. Trata-se da ciência, a magia da realidade. Repleto de experimentos elaborados, belas ilustrações e fatos surpreendentes, este livro explica uma grande variedade de fenômenos naturais. Do que as coisas são feitas? Qual é a idade do universo? Por que os continentes parecem peças separadas de um quebra-cabeça? O que causa um tsunami? Quem foi o primeiro homem? 'A Magia da Realidade' pode ser lido como uma história de investigação de tirar o fôlego, que não se limita a expor o que os cientistas sabem, mas ensina o leitor a pensar como um deles. Richard Dawkins, o mais famoso estudioso da evolução e um dos mais apaixonados defensores da educação científica, dedicou sua vida a elucidar as maravilhas da ciência para os leitores adultos. Agora, ele utiliza sua capacidade inigualável de explicar as coisas para compartilhar a magia da realidade com leitores de todas as idades, em um maravilhoso guia ilustrado que pretende desvendar os segredos do mundo. 
6. Por que não sou cristão - Bertrand Russell

ISBN-13: 9788525417206
ISBN-10: 8525417203
Ano: 2008 / Páginas: 255
Idioma: português 
Editora: L&PM


Por que não sou cristão é considerado um dos mais blasfemos documentos filosóficos jamais escritos. Se a religião fornece respostas às perguntas que sempre atormentaram a humanidade por que estamos aqui, qual a razão da vida, como devemos nos comportar , Russell dissipa esse conforto, deixando- nos com alternativas mais perturbadoras: responsabilidade, autonomia e consciência do que fazemos. Normalmente citado junto ao Cândido de Voltaire, à Idade da Razão, de Thomas Paine, A ultima tentação de Cristo, de Martin Scorsese, e A vida de Brian, do Monty Python, Por que não sou cristão, apesar do tom bem-humorado, coloca ao leitor questões que nunca mais poderão ser ignoradas.

7. Religião para ateus - Alain de Botton

ISBN-13: 9788580570939
ISBN-10: 858057093X
Ano: 2011 / Páginas: 272
Idioma: português 
Editora: Intrínseca


Religião para ateus, a obra mais recente do autor, parte da premissa de que, com ou sem fé, é possível encontrar aspectos úteis, interessantes e consoladores nas religiões. E examina as possibilidades de transferir algumas dessas ideias e práticas para a vida secular. Nesse livro provocante e original, Alain de Botton sugere que a sociedade contemporânea tem muito a aprender com as religiões ao tratar de questões como vida em comunidade, moralidade, educação e arte. Ao descartar os dogmas e o sobrenatural, o livro resgata uma sabedoria que pertence a toda a humanidade, inclusive aos mais céticos.

8. Tratado de ateologia - Michel Onfray

ISBN-13: 9788560156351
ISBN-10: 8560156356
Ano: 2007 / Páginas: 214
Idioma: português 
Editora: Martins Fontes


Em nenhum lugar desprezei aquele que acredita nos espíritos, na alma imortal, no sopro dos deuses, na presença dos anjos, nos efeitos da prece, na eficácia do ritual, na legitimidade das encantações, nono contato com os loas, nos milagres com hemoglobina, nas lágrimas da Virgem, na ressurreição de um homem crucificado, nas virtudes dos cauris, nas forças xamânicas, no valor do sacrifício animal, no efeito transcendental do nitro egípcio, nas moinhas de preces, no chacal ontológico. Em nenhum lugar. Mas em toda parte constatei o quanto os homens fabulam para evitar olhar o real de frente. A criação de além-mundos não seria muito grave se seu preço não fosse tão alto: o esquecimento do real, portanto a condenável negligência do único mundo que existe. Enquanto a crença indispõe com a imanência, portanto com o eu, o ateísmo reconcilia com a terra, outro nome da vida.

9. O  relojoeiro cego - Richard Dawkins

ISBN-13: 9788535901610
ISBN-10: 8535901612
Ano: 2001 / Páginas: 488
Idioma: português 
Editora: Companhia das Letras


Neste clássico moderno da biologia, Richard Dawkins faz uma defesa vigorosa da visão darwinista e põe a nu as falácias polêmicas do criacionismo. Para o zoólogo, a síntese moderna entre as descobertas da genética e a idéia de seleção natural - antes árdua que aleatória - é capaz de fornecer respostas verificáveis e elegantes para o enigma das origens da vida e das espécies. Por outro lado, longe de sufocar nosso encantamento e nosso espanto diante da diversidade da vida que nos rodeia, o evolucionismo na verdade os torna mais vivos: não é admirável que o processo evolutivo - o relojoeiro cego do título - possa criar tanto com tão pouco?

10. Deus - Fréderic Lenoir

ISBN-13: 9788539005048

ISBN-10: 8539005042

Ano: 2013 / Páginas: 232

Idioma: português 
Editora: Objetiva



Filósofo, sociólogo, historiador das religiões e diretor do Monde des réligions, Frédéric Lenoir passou 30 anos investigando a figura de Deus ao longo da trajetória humana. Sua intenção era desenvolver uma abordagem sem resvalar para julgamentos sobre a fé, e, sim, estudar o fato religioso em suas diversas dimensões, notadamente as representações que os homens elaboram de uma força superior com frequência chamada “Deus”. O resultado dessa longa pesquisa, condensada no livro Deus, é uma análise objetiva e acessível que expõe o ponto de vista tanto dos ateus quanto dos cristãos.

Na obra, o autor apresenta uma série de perguntas e propõe algumas respostas. São questões metafísicas, históricas e sociológicas em que Lenoir questiona, por exemplo, se Deus existe, de fato, por que não se pode vê-lo. E indaga se Deus seria uma força, uma pessoa, uma energia ou um princípio criador. 

Lenoir investiga também quando os deuses apareceram na história da humanidade, se foram os judeus os inventores de um ser divino único e se as três maiores religiões monoteístas – judaica, cristã e mulçumana – compartilham o mesmo Deus. Em meio à investigação histórica, levanta conceitos pouco familiares ao Ocidente, entre eles o que chama de absoluto impessoal das sabedorias orientais, e debate como se construiu o ateísmo moderno surgido na Europa do século XVIII

11. O Cristão ateu
ISBN-13: 9788538302384
ISBN-10: 8538302388
Ano: 2012 / Páginas: 200
Idioma: português
Editora: Vida


Os cristãos ateus estão por toda parte. Frequentam igrejas católicas, batistas, pentecostais, não denominacionais, entre outras. Frequentam grandes seminários, as melhores universidades e faculdades. Há de todas as idades, raças e profissões - alguns até leem a Bíblia todos os dias. Nas igrejas, sempre se fala de cristãos e não cristãos, mas nunca ninguém comenta sobre quem está no meio-termo. A maioria dos homens e mulheres parece se encaixar nesse grupo intermediário dos que creem em Deus, mas vive como se ele não estivesse por perto, não se importasse ou não tivesse importância. Em 'O cristão ateu', Craig Groeschel se volta diretamente para esse público, expondo as próprias dúvidas e receios, ao mesmo tempo em que prepara o terreno para discussões sobre quem é Deus e como ele age.

12. Ímpio: o evangelho de um ateu
ISBN-13: 9788562936319
ISBN-10: 8562936316
Ano: 2011 / Páginas: 224
Idioma: português
Editora: LeYa Brasil


Neto de um pastor da Assembléia de Deus, Fabio Marton tinha "uma condição inscrita nos genes": tornar-se um crente pentecostal fervoroso. E assim ele começou a pregar no púlpito da igreja, aos 10 anos de idade. Hoje um jornalista cético, especializado em ciência, ele explica como ocorreu sua desconversão durante sua adolescência extremamente atribulada. Muitas figuras curiosas habitam o mundo de Ímpio. O avô pastor é um exemplo de honestidade, mas também de rigidez impenetrável. Há um pastor vidrado em armas, guerra e músicas da Wanderléa, que dizia fazer cair fogo do céu (e mostra no livro o que queria dizer por isso). Outro pastor conta que visitou o Inferno e voltou em três dias. Uma prima diz ter visto o Diabo em pessoa. E há o próprio autor, aficcionado por ciência desde a infância, que na mesma pré-adolescência em que estudava células sanguíneas num microscópio, subia no telhado para ver o mundo acabar, ajudava a expulsar o demônio da própria mãe, tinha um demônio exorcizado de si mesmo e experimentava muitos outros "milagres da fé" - que ele mesmo trata de desconstruir ao longo do livro. Todas essas experiências são narradas sem ressentimento, mas com a ironia leve de que já esteve do outro lado. De quem conheceu muito intimamente a fé antes de abandoná-la. É um romance de formação, de conhecer a si próprio e ao mundo, mas também de adolescência, revolta, descoberta do sexo, videogame e rock'n'roll Ímpio é um livro que defende a descrença, mas é recomendado não apenas a ateus, agnósticos e pessoas em dúvida, mas a qualquer um que tenha curiosidade sobre os evangélicos, não como meras caricaturas de fanatismo ou hipócritas rebentando de desejos reprimidos, mas como humanos reais e cheios de contradição. Ou esteja interessado em uma boa história.

13. Quebrando o encanto, de Daniel Dennett
ISBN-13: 9788525042880
ISBN-10: 8525042889
Ano: 2006 / Páginas: 455
Idioma: português
Editora: Editora Globo


A polêmica em torno das religiões não chega a ser uma novidade, mas o novo livro de Daniel Dennett é capaz de mudar, para melhor, o nível e o conteúdo desse debate. Filósofo e estudioso consagrado de evolução humana, o norte-americano é um ateu convicto e busca, com sua nova obra, "Quebrando o Encanto", discutir a crença humana nas religiões a partir de uma questão fundamental: por que o homem crê na existência de seres superiores e lhes confere o estatuto de divindade? Quem espera, como parecem sugerir o título do livro e o currículo do autor, uma resposta biologizante, ou seja, a defesa da idéia de que a religiosidade é inata ao ser humano e, portanto, poderia ser explicada geneticamente, vai se surpreender com livro. Na verdade, Dennett defende a tese de que a humanidade não tem nenhuma programação biológica que a conduza à crença, mas, no entanto, esse comportamento pode ser explicado a partir do processo de evolução e seleção natural. Em vez de genes, Dennett utiliza o conceito de meme, cunhado por Richard Dawkins (autor do polêmico O gene egoísta): o meme é como um programa de computador adaptado ao aparelho biológico humano e que depende dele para continuar existindo. Ou seja, a religião é apreendida culturalmente, mas está de tal forma arraigada no “sistema operacional” (genético) humano, tal qual um parasita, que é naturalizada pelos próprios humanos como se fosse algo que lhes pertence intrinsecamente.

O problema, para Dannett, é que a religião, diferente de outras memes, como a cultura democrática ou a própria ciência, não teria mais nenhum papel na evolução humana. Diferente de outros tempos, quando foi fundamental para que os seres humanos, únicos animais que se perguntam sobre a própria existência, conseguissem atingir coesão social e, principalmente, pudessem dar sentido tanto a sua própria vida como seu maior medo — a morte –, a religião agora perdeu sua função positiva e, pelo contrário, significa uma barreira para a evolução.



14. Perigosas ideias de Darwin, de Daniel Dennett
Ano: 1985 / Páginas: 172
Idioma: português
Editora: Cultrix


Através de mais de dez anos de estudos e observações o autor expõe suas ideias com relação ao evangelho, fé, religião e da teoria da evolução humana. Como de costume, Daniel expõe suas ideias de que a religião não contribui em absolutamente nada para o desenvolvimento humano em nenhuma das áreas. A ciência e a biologia são estudos e fontes verificáveis, diferentes da religião.

15. O Gene egoísta, de Richard Dawkins
ISBN-13: 9788535911299
ISBN-10: 8535911294
Ano: 2007 / Páginas: 544
Idioma: português
Editora: Companhia das Letras


O gene egoísta foi publicado em 1976. Propunha-se a condensar o enorme corpo teórico já produzido para compreender como espécies surgem e se diversificam, como indivíduos se relacionam e colaboram entre si - e a ir além. Richard Dawkins inovou de muitas maneiras. Introduziu uma linguagem informal e metafórica numa área dominada por reflexões densas e fórmulas matemáticas. Subverteu a percepção intuitiva da importância dos organismos e dos grupos; o gene é quem comanda, quem busca perpetuar-se. Os organismos são máquinas de sobrevivência construídas pelos genes, num processo competitivo em busca da máquina mais eficaz. E a influência dos genes não pára aí. Organismos interagem entre si e com o mundo inanimado, e assim alteram seu ambiente e promovem a propagação de genes presentes em outros corpos. O livro não só apresenta a biologia evolutiva de forma acessível, mas acrescenta uma interpretação metafórica que inspirou gerações de biólogos e simpatizantes - somos máquinas de sobrevivência a serviço dos genes. Esta edição comemorativa traz uma nova introdução do autor.


16. A grande História da Evolução, de Richard Dawkins
ISBN-13: 9788532636263
ISBN-10: 8532636268
Ano: 2008 / Páginas: 512
Idioma: português
Editora: Vozes


A grande história da evolução é uma peregrinação ao longo da árvore genealógica da vida. Partindo de onde estamos hoje, passamos por quarenta entroncamentos onde nos deparamos com ancestrais e peregrinos que vêm de outros ramos. O ponto de chegada situa-se há 4 bilhões de anos, na origem da vida. Ao longo do trajeto, peregrinos contam suas histórias e descortinam as maravilhas da diversidade biológica que habita este planeta e os mistérios da evolução que ainda hoje desafiam biólogos. O humano ancestral "Little Foot" investiga como surgiu a possibilidade de andarmos sobre dois pés; o gibão ajuda a entender por que não temos que fazer calças com um furo para a cauda; o camundongo deixa claro que o que torna um organismo diferente do outro não são exatamente os genes, mas como sua atividade é regulada; castores explicam o conceito de fenótipo estendido, em que a represa é uma extensão do próprio castor; e o gafanhoto discute se existem raças. A paisagem que se descortina durante a viagem expõe uma amostra da diversidade da natureza e também explora como entendê-la. O leitor chega ao fim do percurso maravilhado e enriquecido com novas ideias e reflexões. Uma enciclopédia da vida para se ler, reler e consultar.

17. A origem das espécies e a seleção natural, de Charles Darwin

ISBN-13: 9788572325844
ISBN-10: 8572325840
Ano: 2007 / Páginas: 538
Idioma: português
Editora: Martin Claret


Conhecido como 'O livro que abalou o Mundo', 'A Origem das Espécies', foi lançado em 1859 e as cópias da obra do biólogo e naturalista Charles Darwin se esgotaram logo no primeiro dia de lançamento - e o mesmo aconteceu com as seis impressões seguintes. Darwin lançou para o mundo as bases da 'Teoria da Evolução Natural', com o conceito do desenvolvimento de todas as formas de vida por meio de um processo lento de seleção, no qual apenas os mais fortes sobrevivem. Este livro reúne o relato dessa pesquisa.

18. O livro de Ouro da Evolução, de Carl Zimmer
ISBN-13: 9788500013072
ISBN-10: 8500013079
Ano: 2004 / Páginas: 600
Idioma: português
Editora: Ediouro


'O Livro de Ouro da Evolução' apresenta uma rica e atualizada visão da evolução, onde Carl Zimmer explora as profundas implicações da teoria de Darwin e enfatiza a sua força, significado e relevância para a vida das pessoas. Esta obra apresenta uma visão abrangente da teoria evolucionista. O livro começa contando toda a trajetória de Darwin e de sua teoria. Depois, continua através das outras descobertas, mais ou menos contemporâneas, que ajudaram a dar forma e a desenvolver a teoria evolucionista. E prossegue analisando a evolução, de todos os pontos de vista, até os dias de hoje, incluindo visões sobre a extinção de espécies; sobre a co-evolução e uma de suas conseqüências - a eterna luta do homem contra as pragas das lavouras; sobre as mutações de bactérias e vírus (uma análise da AIDS faz parte desta questão) até estudos com macacos e a questão Deus X ciência.

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