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Van Gogh - Vida e Obra de Um Gênio [Grandes Biografias no Cinema] #03

sábado, setembro 17, 2016

/ by Vitor Lima
Título: Vida e obra de um gênio: Van Gogh
Editora: Grupo Coleções Folha (Folha de S. Paulo)
Páginas: 64
Ano: 2016
ISBN:9788581933610
Holanda, 1888. Vincent van Gogh revela ao irmão Theo a vontade de abandonar a vida sem rumo que sua família desaprova para se tornar um artista. Começa então o último e mais fértil período da existência do pintor, que morre aos 37 anos, deprimido e frustrado por só ter vendido um quadro - atualmente, suas obras são leiloadas por milhões. O diretor Robert Altman constrói um retrato paralelo dos dois irmãos, expõe a natureza turbulenta de Vincent e as dificuldades que Theo enfrenta para sustentá-lo, confiante na qualidade de sua obra. A atormentada relação com Paul Gauguin, a solidão em que se afunda e, ao mesmo tempo, o turbilhão criativo são mostrados sem exagerar nas tintas. Tim Roth empresta modos punks ao personagem e traz à tona a revolta que Van Gogh transformou em expressão vital.
ACERVO PESSOAL/REPRODUÇÃO

A estética de uma vida em poucas palavras que não foram enunciadas em filmes, livros e outros veículos de comunicação, que transpassam a história do contexto de vida de alguém que viveu mais do dramas. Em outras palavras, incrível

Impossível identificar o quesito presente nesta obra que mais nos chama atenção. Van Gogh é o terceiro livro da coleção "Grandes biografias no cinema". Destacando-se de toda e qualquer matéria terceirizada, esta obra tem como foco mostrar Van Gogh como o ilustríssimo pintor que foi em vida, tirando toda aquela visão distorcida de que ele foi apenas um visionário frustrado com suas pinturas, mas sim, um artista com grande potencial e pouco reconhecimento.

O livro possui uma linha do tempo que narra a vida de Van Gogh durante sua vida, acensão e seus problemas sociais e estéticos relacionados a suas obras e vida pessoal. 

ACERVO PESSOAL/REPRODUÇÃO

Uma obra elucida que mostra de forma clara e direta A VIDA de Vincent com clareza. É errôneo olhar para um quadro de quem muito fez e conseguir pensar apenas: "Ele tinha problemas sociais, mentais e um certo desequilíbrio com relação a sua situação monetária", e mais errôneo ainda, limitar a vida de um artista tão visionário e completo à pensamentos circulares que visam diminuir todas as suas obras.

Vincent é o reflexo dos nossos dias atuais com relação ao talento: Muitos tem, mas poucos reconhecem, e quando surge uma luz de reconhecimento, esta vem, infelizmente, pós-óbito. 

ACERVO PESSOAL/REPRODUÇÃO

Impossível não notar e não pensar sobre a vida de Van Gogh acerca de sua busca insaciável por um dom, pelo o que viver, pelo talento, quando é notável que o seu talento vem de berço, visto que, desde pequeno já se dedicava à pinturas de quadros, e no decorrer de sua vida foi aprimorando suas técnicas e recorreu à seus modelos ideais de padrão do que se era justo para aprimoramento em uma obra à aperfeiçoando sempre cada vez mais. 

A visão de Van Gogh sobre a vida e sobre o que fazia era pura e intensa, mas cheia de conflitos internos que todos nós estamos adeptos e aptos à reconhecer que passaremos um dia: Frustração, medo, ausência de reconhecimento, falta de apoio familiar - Já que o mesmo, preferia se isolar para fluir melhor suas ideias acerca de pensamentos, pinturas e outros mais. 

ACERVO PESSOAL/REPRODUÇÃO

O martírio de Van Gogh nada mais é do que uma fase difícil em sua vida, ela não foi e nem deve ser considerada toda a sua vida. Aulas de história limitadas buscam e se preocupam mostrar apenas acontecimentos que foram sucessivos aos seus problemas e a sua tentativa de reconhecimento. 

O livro é riquíssimo em informações e deve ser lido com o coração aberto a entender o que realmente aconteceu com alguém que tinha tudo para ser um grande nome (em certo ponto, até foi, mas não por suas obras), mas que infelizmente acabou não sendo, por que seu reconhecimento chegou após seu óbito. 


Filme/CRÍTICA

Áudio: Inglês
Legendas: Português
Direção: Robert Altman
Duração: 138 minutos
Ano da produção: 1990


A produção cinematográfica que acompanha o livro também é louvável em todos os sentidos e aspectos possíveis. Tim Roth, grande ator britânico que deu vida ao personagem de Vincent nas telonas no ano de 1990 (ano de sua produção), faz com que a obra se intensifique em todos os seus mínimos detalhes.

É possível observar os cuidados inseridos na produção e toda a linha do tempo cronológica que é seguida de acordo com a presente no livro. 

O filme visa toda a busca insaciável de Vincent por uma satisfação interior por aquilo que fazia e amava fazer. O drama presente no filme não é tão pesado quanto os presente em outras produções que visam transparecer que Vincent não passa de alguém desequilibrado e altamente destrutivo.

É impossível querer falar de Vincent e não falar de Theo, seu irmão que era quatro anos mais jovem, e que se deu bem na vida desde cedo. A relação dos irmãos era extremamente forte e os laços de comunicação eram constantes, trocando sempre cartas. 

Theo teve um papel importante na vida do irmão, tanto no lado pessoal, quanto no lado artístico - no quesito incentivo -.

O filme é basicamente um complemento ao que é entregue no livro, porém, mais dramático.  Esta é, sem duvidas, uma das melhores obras cinematográficas biográficas de todos os tempos, Van Gogh foi um gênio e sempre será enquanto for lembrado por aqueles que amam seu trabalho e valorizam de fato a grande pessoa e o seu poder de influência no meio artístico. 

Uma produção que não pode em hipótese alguma levar uma nota inferior a nota máxima (10) visto que, a produção esta impecável em todos os sentidos.


Parabéns ao Grupo Folha pela excelente produção.

Para saber mais detalhes e obter mais informações acerca deste título e de vários outros, conheça as coleções do grupo folha. Cada livro da coleção "Grandes biografias no cinema" custam apenas R$20 e incluem livro e DVD. Conheça! 

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