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    quinta-feira, janeiro 05, 2017

    A história do livro, da escrita e da nossa vida

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    Há muitos e muitos anos atrás surge a escrita, anterior a tudo o que conhecemos que nos dá acesso à leitura livre. A escrita em seu inicio da criação teve como foco se tornar um código que transmitisse mensagens e conservasse valores, documentos e noções concretas sobre determinado povo, a onde apenas algumas pessoas eram instruídas a decifrar, aprender sobre, com o passar dos anos estas pessoas receberam o nome de "escriba" que eram as pessoas que não sabiam apenas ler, mas também escreviam documentos, organizavam e catalogavam tudo de acordo com a necessidade, diante da pirâmide social, os escribas tinham uma posição privilegiada.

    No inicio tudo era retratado em argila, pedra e em paredes de cavernas, até ser convertido para o khartés - o famoso cilindro de papiro - essa escrita possibilitou aos povos uma facilidade extrema de transporte de informações, visto que, o papiro tinha pouco mais de seis metros e podia ser facilmente transportado de um lugar para o outro.  Na maioria das vezes os assuntos abordados nas escritas eram relacionados a religião, o que proporcionou durante a Era Cristã mais uma evolução: O codex. O codex ou códice, nada mais é do que um pergaminho, afinal, a confecção de um khartés era relativamente mais complicada que a confecção de um codex.

    A era cristã trouxe a oficialização do codex como livro, o que o levou para venda em livrarias, porém, uma pequena parte das pessoas - plebe, camponeses e mercantis não possuíam domínio da leitura. Mesmo a escrita sendo comercializada,  ainda era algo voltado ao proletariado. 

    Na idade média a característica mais importante foi o surgimento de monges copistas. Os copistas tinham o mesmo trabalho que um editor de publicações, um especialista em biblioteconomia tem nos dias de hoje - Reproduzir textos em novas obras, refazer, cuidar, preservar das obras já existentes.

    O livro continua sua evolução com o aparecimento de margens e páginas em branco. Também surge a pontuação no texto, bem como o uso de letras maiúsculas. Também aparecem índices, sumários e resumos, e na categoria de gêneros, além do didático, aparecem os florilégios (coletâneas de vários autores), os textos auxiliares e os textos eróticos. Progressivamente aparecem livros em língua vernacular, rompendo com o monopólio do latim na literatura. O papel passa a substituir o pergaminho.

    Já na idade moderna surgiu um problema que todos nós já passamos um dia: A evolução.  Mas, por que a evolução é um problema? Naquele tempo surgiu-se e desenvolveu-se através de técnicas e ideia de Johannes Gutenberg uma impressora capaz de imprimir vários tipos de papéis, dai começaram o surgimento de novos livros todos os dias, o que colocou o trabalho dos copistas, água abaixo. O primeiro livro a ser impresso foi a bíblia em Latim, logo depois em várias outras línguas, e claro, outros livros.

    Depois de todo este processo de criação, o livro se tornou uma das fontes de noticia, estudo e divulgação de documentos e catalogação de imagens mais usado do mundo. Mesmo com o uso desenvolvido e exacerbado da tecnologia que acabou colocando o livro em segunda mão.

    Atualmente a leitura não é apenas impressa, mas também virtual. E você, já sabia destas curiosidades?

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