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    quarta-feira, fevereiro 22, 2017

    43 Anos e 6 Meses de Má Política.

    Título: 43 Anos e 6 Meses de Má Política 
    Autor: Luís Naves
    Editora: Contraponto
    N.º de páginas: 352
    Capa: Brochura - 15 x 23,5 cm
    PVP: 17,70€


    As grandes frases que marcaram a política portuguesa entre 1973 e 2016. 
    “43 Anos e 6 Meses de Má Política”, do jornalista Luís Naves, que chegará às livrarias no dia 3 de março, publicado pela Contraponto, é uma compilação das grandes frases dos políticos portugueses, veiculadas pelos órgãos de comunicação social, que nos fizeram rir, que nos surpreenderam, que nos perturbaram – e que explicam como Portugal viveu os últimos 43 anos, desde o marcelismo até à «Geringonça», passando pela revolução. 

    Estas frases revelam os melhores e os piores períodos da política portuguesa, dando voz aos protagonistas mais diversos – e mostrando como, no dia a dia desses anos se construiu a história contemporânea de Portugal. Através de lapsos, escorregadelas, mentiras, invectivas, desculpas, delírios – e de frases estapafúrdias. 

    «Está para nascer um primeiro-ministro que faça melhor no défice do que eu.» (José Sócrates, 22-07-2009) 

    «O Bloco de Esquerda é um partido oportunista e parasita da desgraça.» (António Costa, 28-02-2009) «É uma honra o Bloco de Esquerda ter sido transformado no principal adversário desse partido esponjoso [PS].» (Francisco Louçã, 28-02-2009) 

    «Sócrates é um misto de sorte e chico-esperto.» (Marcelo Rebelo de Sousa, 22-02-2009) 

    «É natural que os partidos tenham contas paralelas.» (Fátima Felgueiras, 28-02-2007)

     «A minha maior ambição política é não ter ambição política nenhuma.» (Marcelo Rebelo de Sousa, 25-10-2003) 

    «A partir de agora, quem se meter com o PS leva!» (Jorge Coelho, 31-03-2001)

    «Não sou nenhum menino de coro, não convém ser só filho do pai, às vezes também convém ser filho da mãe.» (João Soares, 01-12-1996)

     «A política de juventude é horizontal.» (Luís Marques Mendes, 09-05-1992)

     «Na Constituição não está nada sobre o partido mais votado e muito menos sobre essa macacada das eleições para primeiro-ministro.» (Álvaro Cunhal, 14-07-1985)

    «Os problemas económicos em Portugal são fáceis de explicar e a única coisa a fazer é apertar o cinto.» (Mário Soares, 27-05-1984)

     «O povo encaminha-se a largas passadas para tomar o destino nas suas mãos. O renegado Sanches encabeçou a linha negra do nosso partido [MRPP].» (Fernando Rosas, 13-10-1975)

     «É o que a gente precisa de fazer aí a uma quantidade de gente. Não é mandá-los para as prisões, mas é mandá-los para um campo de trabalho.» (Vasco Gonçalves, 11-08-1975) 

    «Teria sido melhor se, em abril de 74, encostássemos à parede ou mandássemos para o Campo Pequeno umas centenas ou uns milhares de contrarrevolucionários.» (Otelo Saraiva de Carvalho, 14-06-1975) 

    «Os trabalhadores que, em todo o País, abdicaram do seu feriado são exemplos verdadeiramente revolucionários.» (Carlos Carvalhas, 10-06-1975)

     «Já anda muita gente aflita porque os preços vão subir. Oh! Senhores, bem basta o que basta!» (Marcello Caetano, 03-12-1973) 

    Luís Naves nasceu em 1961, em Lisboa. Foi, durante anos, jornalista no Diário de Notícias. Fez reportagens na Guiné-Bissau, no Paquistão e na Coreia do Norte, escrevendo habitualmente sobre temas europeus. É também autor de contos, crónicas e ficções publicados em livros, revistas e diversos blogues. Em 2009, Luís Naves começou a publicar na Quetzal com o livro Territórios de Caça, romance a que se seguiu Jardim Botânico e a recolha 1000 Frases de Vergílio Ferreira. Atualmente é jornalista freelance.  

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