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    quinta-feira, fevereiro 02, 2017

    [CRÍTICA] O Julgamento de Deus (God on Trial)

    Título: God on trial
    Título brasileiro: O julgamento de Deus
    Autor: Frank Cottrell
    Diretor: Andy de Emommy
    Ano: 2008
    Produtora: Hat Trick Produtions
    IMDB: 7.6

    O julgamento de Deus é uma peça/filme escrita por Frank Cottrell Boyce, estrelada por Antony Sher, Rupert Graves e Jack Shepherd. O enredo se passa em algum lugar em Auschwitz durante a segunda guerra mundial. Os prisioneiros judeus colocam Deus em julgamento por ter abandonado o povo judeu. A questão é se Deus quebrou o pacto com os Judeus, permitindo que os nazistas cometessem um genocídio contra o povo. 

    REPRODUÇÃO


    God on Trial, ou o Julgamento de Deus (título no Brasil), é um filme estadunidense do produtor Mark Reddhead. O julgamento de Deus é uma peça teatral que foi adaptada para filme e produzida nos cinemas pelo diretor Endy Emmony. O enredo narra a história de dois judeus aprisionados no campo de concentração de Auschwitz durante a Segunda Guerra Mundial.

    Tendo um contexto histórico e bíblico profundo em seu enredo, o julgamento de Deus é um filme que procura explicar ou tentar entender o porquê que Deus abandonou a sua promessa aos Judeus, permitindo que viesse ocorrer um genocídio em massa ao povo Judeu durante o período da Segunda Guerra Mundial.

    Tanto o filme quanto a peça não possuem uma tradução para o português no Brasil - ainda que o mesmo esteja disponível na internet com arquivo de legendas. Obviamente o filme não foi muito recebido pelo público cristão, já que o filme julga o caráter de Deus e suas promessas sobre o seu povo.

    REPRODUÇÃO


    É claro que o filme tem como base alguns pensamentos de pessoas influentes no meio ateísta e filosófico, já que boa parte dos filósofos são ateus. Percebe-se que as informações e reflexões nele contidas são totalmente voltadas para ferir de alguma forma a integridade daqueles que se dizem que cristãos, mas que não sabem responder as perguntas impostas por alguns filósofos, justamente pelo fato da bíblia ser um livro absolutista e imutável (verdade absoluta e que não há mudanças), enquanto a filosofia não se contenta com apenas uma explicação, pois precisa de fatos - e estes fatos são apresentados em forma de questionamentos feitos por dois prisioneiros em um quarto amargurado voltando suas cabeças para o céu.

    CRÍTICA

    REPRODUÇÃO


    O filme foi ao ar em três de setembro de 2008 - E recebeu críticas super positivas por intermédio da imprensa. 

    James Walton, do jornal "The Telegraph", disse em sua coluna: 

    No entanto, como cada um dos personagens apresentou uma visão diferente sobre a questão de Deus e do sofrimento, ficou claro que ele estava disposto a interrogar suas crenças com uma ferocidade real.

    Mesmo que o filme use base ateístas para se concretizar, o próprio autor da peça disse que o foco não era este, mas que as pessoas cristãs pudessem refletir sobre a vida e os acontecimentos que as circundam, podendo assim dar mais valor a vida como ela é.

    O filme impressionou tanto os espectadores que o The Times, jornal mais influente dos Estados Unidos, disse que se sentiu lisonjeado por estar vendo uma obra prima tão grande quanto esta.

    A obra também foi bem recebida pelo IMDB sendo avaliada com 7,6 de um total de 10. Incrível, não?

    O filme é forte e te faz refletir sobre as questões da vida, religiosidade e sobre a sua fé. Será que você está pronto para ser testado?

    Alguns pensamentos expostos no filme:

    Schmidt: — Imagine que Deus é um cirurgião e ele tem que remover uma perna gangrenada ou um braço para curar todo o corpo. É um ato violento. É doloroso. Mas também é amoroso. Como seria se estivéssemos vivendo um momento como este? Não uma punição, uma purificação.

    Jacques: — Milhões de estrelas em nossa galáxia por aí.. Se Deus ama tanto os judeus, por que ele não encheu o universo com os judeus em vez das estrelas?



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