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    domingo, fevereiro 19, 2017

    [CRÍTICA] O sono da morte, 2016



    Logo após perder o filho pequeno, o casal Jessie (Kate Bosworth) e Mark (Thomas Jane) aceita adotar Cody (Jacob Tremblay), um garoto da mesma idade. O filho adotivo se adapta bem à nova família, mas ele tem um problema: os seus sonhos se tornam realidade, e os pesadelos, especialmente, podem ser mortais. Quando Jessie e Mark investigam o passado do garoto, descobrem histórias sinistras.
    Pesadelo, receio e medo, todos temos. O sono da morte conta a vida de Cody Morgan. Cody é um garoto de apenas sete anos de idade que perdeu sua mãe ainda muito novo, colocado para adoção quando sua mãe ainda estava doente, Cody foi colocado para adoção em um orfanato da cidade e foi levado para duas casas diferentes, porém, sempre retornava para o orfanato, e o mais curioso de tudo é que todos os lares que abriam as portas para o garoto acabavam em desgraça.

    Aparentemente, todas as pessoas adeptas a adotar Cody, eram pais que perderam seus filhos ou que por algum motivo e outro não podiam ter. Em dois anos, Cody foi adotado por duas famílias distintas, uma delas abandonou a criança dentro do apartamento e desapareceu, a outra, simplesmente decidiu devolver a criança as autoridades legais para ser colocado novamente a mercê de quem quisesse adota-lo. Passado três anos, Cody é adotado por Jesse e Mark Hobson, que acabaram de perder seu filho em um afogamento na banheira da casa. Jesse frequenta diariamente um grupo de apoio psicológico, a onde todos enfrentam e compartilham do mesmo sentimento e sofrimento sofrido pela família.

    O primeiro dia de Cody na casa dos Hobson é revolucionário para a família que acabara de perder seu filho, porém, eles conseguem se adaptar facilmente ao garoto que aparenta ser inteligente, educado e muito responsável para a pouca idade que tem. Cody é fissurado por borboletas e carrega consigo em uma caixa um livro intitulado "O ciclo de vida das borboletas", junto com alguns estimulantes para não dormir durante a noite, o que deixa o garoto bastante cansado durante o dia.


    E se você tivesse sonhos mortais? E se você se mantivesse acordado com receio de pegar no sono e acabar fazendo mau a quem tanto te quer bem? Cody esconde todos estes segredos em si, e procura não dormir NUNCA.

    O enredo produzido pelo roteirista Mike Flanagan é rico em detalhes, e foi muito bem explorado e elaborado pela equipe responsável pela produção cinematográfica. O contexto básico gira em torno de pais que perderam seus filhos e filhos que perderam seus pais. A história de vida de Cody carrega muita emoção, dor e sofrimento. O garotinho não consegue dormir a noite, e quando consegue, acontecem coisas estranhas pela casa. Este era o motivo pelo o qual o garoto era sempre devolvido ao serviço social.




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