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    quarta-feira, fevereiro 01, 2017

    [ENTREVISTA] Cleberson Kadett, autor de "Quando o céu é o limite"

    Cleberson Kadett/Acervo Pessoal/REPRODUÇÃO


    O nosso papo hoje é com quem se apaixonou pela escrita desde cedo. Cleberson iniciou seu relacionamento com as letras através de poemas aos nove anos de idade. Seu primeiro livro foi influenciado por suas leituras e por fim, acabou escrevendo uma coletânea de poemas. Atualmente o autor tem dois livros publicados com a Drago Editorial, e é nosso convidado hoje para falar sobre toda essa trilha, vida e escrita.

    1. Como nasceu o seu relacionamento com a escrita? 

    Cleberson Kadett, autor de "Quando o céu é o limite"
    R: Desde a infância. Iniciei meu relacionamento com as letras através de poemas, isso quando tinha nove anos de idade. De lá pra cá não parei mais. Qualquer papel servia para dar asas à imaginação, mesmo o caderno de estudos, nos quais eu fazia gibis, narrava fantasias e criava meus próprios heróis.

    2. Qual foi o primeiro livro que você escreveu? E como surgiu a ideia de escrever um livro? 

    R: O meu primeiro livro escrito foi uma coletânea de poesias, que reuni no decorrer dos anos. Porém, embora escrito não fora publicado. A ideia surgiu a partir do momento que comecei a juntar poemas e contos já anteriormente escritos, e histórias que, por sua vez, davam base para uma obra. Mas o sonho de ser um escritor vem desde que eu tinha oito anos de idade.

    3. Quais suas principais inspirações literárias?

    R: Álvares de Azevedo, Graciliano Ramos, Manuel Bandeira, Paulo Coelho John Boyne, J.R.R. Tolkien, Stephen King, George R. R. Martin, Chris Carter e Howard Fast.

    4. O que você considera mais difícil durante a escrita de uma história? 

    Seus dois livros publicados
    R: A história em si não seria a parte mais complexa. Em minha opinião, a parte mais difícil é quando o autor tem tudo traçado, mas o personagem quer seguir por outro caminho. Na maioria das vezes quem vence é o próprio protagonista, que parece ganhar vida própria, quase que saindo do papel. Por vezes o autor se vê obrigado a seguir pelo caminho escolhido pela sua própria criação, ainda que ele seja livre.

    5. Quais seus livros? E qual deles você mais gostou de escrever? 

    R: Eu tenho muitas histórias e contos engavetados para publicar e dois livros já lançados por editoras. Em relação ao já publicados, em 2015 lancei o livro de ficção de guerra “A Arte de Matar: Os Ideais de um Comandante”, pela Garcia Edizioni, e em 2016 o início da trilogia de ficção científica “Quando o Céu é o Limite”. Como sou fã de ficção científica desde criança, o segundo livro publicado foi o que mais me agradou em escrever.

    6. Qual de seus personagens você mais gosta? 

    R: Christian Goldville, um físico teórico americano que sai em busca da verdade por detrás do desaparecimento de pessoas, pondo sua reputação, sua credibilidade como cientista e sua própria vida em risco.

    7. Como você sente quando recebe um comentário positivo acerca de sua obra? 

    Cleberson Kadett 
    R: Um feedback positivo sempre é bem vindo. Isso me motiva a continuar com meu trabalho, além de mostrar que estou no caminho certo.

    8. Pretende escrever novos livros? Tem algum projeto em mente chegando? 

    R: Sim! Como disse tenho muitos projetos engavetados e gostaria de vê-los publicados. Mas, o objetivo por ora é lançar a trilogia completa do livro “Quando o Céu é o Limite”. Como novo projeto em mente, tenho mais uma obra de ficção científica que desejo de coração que as pessoas conheçam.

    9. Qual gênero literário você mais se identifica? 

    R: Ficção Científica.

    10. O que você diria para as pessoas que estão conhecendo tanto você, quanto a sua escrita agora? 

    R: Que jamais duvidem da sua própria capacidade e nem deixem de lutar pelos seus sonhos, ainda que isso leve tempo. O importante é sempre se esforçar, pois o resultado virá, cedo ou tarde. Como dizia Albert Einstein o sucesso nunca vem antes do trabalho.

    11. O que as pessoas devem esperar da sua escrita? 


    R: As palavras que resumiriam seriam curiosidade e reflexão. A obra Quando o Céu é o Limite desperta a curiosidade do leitor e o que faz também querer saber a verdade. Já o livro A Arte de Matar: Os Ideais de um Comandante gera uma reflexão, no sentido de que a guerra, do ponto de vista de um comandante, pode ser entendida não como um conflito, mas como um jogo de interesses.


    12. Qual passagem do seu livro te marcou mais? Existe um trecho que você goste mais que os outros? 

    R: O trecho a seguir é a citação inicial do livro A Arte de Matar: Os Ideais de um Comandante: “Nem tudo que parece bom é realmente o correto a seguir. Muitos atalhos levam ao desfiladeiro. É melhor seguir o caminho que já conhecemos, embora muitas das vezes seja longo e repetitivo”. Essa frase já prepara o leitor, literalmente, para a guerra. Pois o livro narra à trajetória da Segunda Guerra Mundial sob o ponto de vista do idealizador.

    13. Como foi a recepção do público com relação ao seu primeiro livro? 

    R: O feedback foi muito positivo. Embora o livro aborde um assunto polêmico, ele difere da maioria dos livros da Segunda Guerra por mostrar como um comandante nazista recebia e repassava suas ordens, ao mesmo tempo em que remete ao leitor uma profunda reflexão sob o significado real do conflito armado e os interesses secundários que permeiam a mente de seus causadores.

    14. O que te inspira a continuar escrevendo? 

    R: O gosto pela escrita. Acho que esse é o combustível que me move. Eu gosto do que faço, essa é minha maior inspiração.

    15. O que você diria para alguém que está iniciando a escrita do seu primeiro livro? 

    R: Ame cada página ou capítulo concluído. Essa é a sua criação. É uma parte de você que continuará viva após a sua morte. Jamais desista dos seus sonhos.

    16. O que você tem a dizer para os leitores do Catraca Seletiva? 

    R: Primeira queria agradecer pela oportunidade. E, dizer que a literatura brasileira é rica, variada e extraordinária. Existe um mundo grandioso ainda por ser descoberto. Os leitores nacionais, em especial do Catraca Seletiva, estão de parabéns, por disseminarem a cultura brasileira através da leitura.

    17. Onde podemos encontrar seus livros para compra? Qual você indica que nossos leitores conheçam primeiro? 

    R: No site da Livraria Drago Editorial e n
    a Livraria Leitura no Shopping Metropolitano na Barra da Tijuca (Rio de Janeiro), em relação ao livro Quando o Céu é o Limite. E, em breve, na Amazon. Quanto à obra A Arte de Matar: Os Ideais de um Comandante, a mesma pode ser adquirida no site da Editora Garcia, na Garcia Book Store ou diretamente comigo, através do e-mail cleberlee@msn.com. Recomendo a trilogia Quando o Céu é o Limite (em especial o primeiro volume, que já se encontra disponível), por transmitir um ar de mistério em uma viagem ao desconhecido, nos quais muitas tramas e teorias surgem a todo o momento, fazendo o leitor se perguntar se realmente sabemos o que acontece pelo mundo, no que se pese ao desaparecimento de pessoas e a existência de universos ou dimensões paralelas. 

    18. É chegado ao fim da nossa entrevista. Muito obrigado pela oportunidade e pela paciência. Sucessos!

    R: Obrigado e forte abraço a todos da equipe.

    Conheça as obras de Cleberson:


    QUANDO O CÉU É O LIMITE – VOLUME I





    O livro "Quando o céu é o limite" relata acontecimentos incomuns e inexplicáveis sob a ótica de um físico teórico americano, que cria uma teoria para explicar o desaparecimento de pessoas em todo o mundo. Para os mais dogmáticos trata-se do arrebatamento; mas para ele há uma hipótese mais científica para o caso: a própria natureza está criando meios para que as pessoas possam se deslocar no tempo e no espaço, através do fenômeno da transposição, que é desencadeado por vórtices espirais, semelhantes a buracos negros, como ocorre no Universo.



    A ARTE DE MATAR: OS IDEIAIS DE UM COMANDANTE





    Durante a Segunda Guerra Mundial, um general-comandante ousou desafiar o seu próprio país e a sua própria nação, valendo-se do desvio de informações e espionagem. Guiado por suas próprias ambições ele traiu exércitos, realizou emboscadas e conseguiu, sozinho, destruir todo um primado, baseando-se em ideias conflitantes e antagônicas, mas que ao mesmo tempo estavam interligadas em uma ideologia própria. Descendente de russos e naturalizado alemão, ele se tornaria um mestre na arte da persuasão, influenciando a muitos e dominando todos que o cercavam, até sua polêmica morte no final da guerra. Suas ações seriam decisivas para a derrocada do Terceiro Reich, bem como para sua própria queda pessoal.

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