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    quinta-feira, fevereiro 09, 2017

    [ENTREVISTA] Luiz Henrique Mazzaron, autor de "Máscara"

    Luiz Henrique Mazaron | Reprodução

    Luiz Henrique Mazaron é o nosso caso valioso. O nosso entrevistado de hoje começou a amar a escrita ainda no ensino médio. Suas aulas de redação "injetaram" uma dose de amor pela escrita e assim nasceu seus dois livros "Mascara" e "Sol perdido".

    1. Como nasceu o seu relacionamento com a escrita?

    R: Nasceu no ensino médio, durante as aulas de redação. Eu ia muito bem nas atividades e a professora sempre me incentivou bastante.

    2. Qual foi o primeiro livro que você escreveu? E como surgiu a ideia de escrever um livro?

    R: Meu primeiro livro se chama "Máscara - A vida não é um jogo", do gênero terror com pitadas de fantasia. A ideia para escrever um livro veio meio que de repente, logo após eu ler “E não sobrou nenhum”, da Agatha Christie. Fiquei tão encantado pela leitura que pensei: será que consigo escrever alguma coisa maior que uma dissertação/narração ou fazer algo minimamente parecido? Daí, um belo dia, peguei meu notebook e tentei, e deu no que deu!

    3. Quais suas principais inspirações literárias?

    R: Os games, sem dúvida. Sou completamente viciado em videogames desde que me conheço por gente, e acho que eles são capazes de contar uma história tão bem quanto um livro, um filme ou uma série, além de possuírem tramas das mais variadas.

    4. O que você considera mais difícil durante a escrita de uma história?

    R: Fugir dos clichês sem tornar a história chata ou muito mirabolante e criar personagens que sejam capazes de cativar o leitor.

    5. Quais seus livros? E qual deles você mais gostou de escrever?

    R: Tenho dois filhotes: Máscara e O Sol Perdido, meu mais recente e do gênero fantasia. Por mais que Máscara seja especial para mim, eu me diverti horrores escrevendo O Sol Perdido, pois entrei não somente em um novo território, mas dois: a fantasia e o romance. Sem contar que a trama é bem mais leve e descontraída do que Máscara.

    6. Qual de seus personagens você mais gosta?

    R: Liam, Kelly e Genevieve (Máscara) e Ven, Taíssa e Miranda (O Sol Perdido).

    7. Como você sente quando recebe um comentário positivo acerca de sua obra?

    R: Eu fico hiper feliz! Acho que não tem recompensa maior no mundo para um escritor do que saber que alguém curtiu seu trabalho. Cada resenha e comentário positivo dos leitores faz com que o autor sinta que o objetivo de tocar o público foi alcançado e que todo o esforço/tempo/dinheiro/etc gasto naquele livro valeu a pena. Isso é maravilhoso e um baita incentivo!

    8. Pretende escrever novos livros? Tem algum projeto em mente chegando?

    R: Sim! Já tenho dois livros prontos (um deles a sequência de Máscara) e pretendo lançá-los assim que possível! E tenho diversos projetos começados, porém paralisados por conta do tempo curto que acabo tendo por conta da faculdade. Mas não pretendo abandonar nenhum deles, então ainda vem MUITA história pela frente!

    9. Qual gênero literário você mais se identifica?

    R: Terror (sou bem das trevas sim)!

    10. O que você diria para as pessoas que estão conhecendo tanto você, quanto a sua escrita agora?


    R: Diria para que deem uma chance não só a mim ou à minha escrita, mas à literatura nacional em si. Infelizmente ainda temos muito preconceito para com o autor nacional, e muitos leitores não dão nem chance achando que somente livros estrangeiros têm qualidade. Só que não! Existem diversos livros nacionais tão bons quanto os dos gringos, só esperando para serem descobertos e lidos. Deem uma chance para aquele autor desconhecido que publica independente ao invés do bestseller: você pode se surpreender!

    11. O que as pessoas devem esperar da sua escrita?

    R: Devem esperar por algo louco, frenético e porque não intenso, sempre com um toque de humor.

    12. Qual passagem do seu livro te marcou mais? Existe um trecho que você goste mais que os outros?

    R: Acho que a passagem que mais me marcou foi o primeiro capítulo de Máscara. Minha vida como autor nasceu naquelas páginas, então esse trecho tem um significado especial para mim.

    13. Como foi a recepção do público com relação ao seu primeiro livro?

    R: Confesso que foi melhor do que eu esperava! Pensei que ninguém ia ler, e que quem porventura lesse falaria mal por causa da minha “crueza” como autor novato. Mas, para minha surpresa, na grande maioria das vezes tive um feedback positivo incrível, o que me fez ter certeza que eu deveria continuar a escrever, que não era somente algo passageiro.

    14. O que te inspira a continuar escrevendo?

    R: Meus leitores, fato.

    15. O que você diria para alguém que está iniciando a escrita do seu primeiro livro?

    R: Diria para ter muita paciência e perseverança, pois ser escritor no Brasil não é fácil. Prepare-se para muitos obstáculos no caminho, mas não desista! Se a escrita é sua paixão, siga em frente. Não há nada mais recompensador do que ver um sonho seu materializado, sendo compartilhado e apreciado por pessoas de toda parte.

    16. O que você tem a dizer para os leitores do catraca seletiva?

    R: Que deem uma chance à literatura nacional sempre que puderem e que conheçam meu trabalho através das pages (facebook.com/livromascara e facebook.com/lendasdeillusa) ou do Skoob (https://www.skoob.com.br/mascara-342285ed383983.html e https://www.skoob.com.br/o-sol-perdido-564577ed566512.html). Espero, do fundo do meu coração literário, que algum dos meus filhotes consiga fisgar a atenção de vocês! Obrigado pela atenção!

    17. Onde podemos encontrar seus livros para compra? Qual você indica que nossos leitores conheçam primeiro?

    R: Se estiver interessado em toda a trevosidade de Máscara, você pode encontrá-lo nas principais lojas virtuais (http://www.buscape.com.br/mascaras-a-vida-nao-e-um-jogo-luiz-henrique-mazzaron-8542800559).
    Mas se magia, dragões, monstros, castelos e princesas forem mais a sua praia, confira O Sol Perdido, que pode ser adquirido na loja online da Editora Arwen (http://www.arwenbooks.com.br/o-sol-perdido-pre-venda).

    18. É chegado ao fim da nossa entrevista. Muito obrigado pela oportunidade e pela paciência. Sucessos!

    R: Eu que agradeço a oportunidade e o espaço que o blog me ofereceu, muito obrigado! E um muito obrigado extra também pela paciência de todos ao lerem minhas respostas enormes, quando o assunto é literatura eu me empolgo rsrs

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