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    domingo, fevereiro 12, 2017

    [ENTREVISTA] Occello Oliver — autor de "Sete cores"

    Occelo Oliver | Reprodução
    Occelo Oliver nasceu no Rio de Janeiro, em 11 de novembro de 1972. Formou-se em Jornalismo e Relações Públicas, pós-graduado em Comunicação e Cultura, possui uma empresa de comicação e eventos, a Oliver 4 Assessoria e Poduções, é editor responsável pelas publicações da editora Cultura em Letras Edições.
     
    E é com este incrível autor que iremos ter dois dedos de prosa. 

    1. Como nasceu o seu relacionamento com a escrita? 

    Tudo começou quando escolhi fazer a faculdade de jornalismo. O prazer e o gosto que sempre tive pela língua portuguesa, sempre me atraíram. Me formei, tive a oportunidade de trabalhar em alguns veículos, até que cheguei à literatura.
    Occello Oliver, autor e editor. | Acervo Pessoal

    2. Qual foi o primeiro livro que você escreveu? E como surgiu a ideia de escrever um livro?

    Lancei meu primeiro livro em 2012, “Fora do armário”. 

    3. Quais suas principais inspirações literárias? 

    Minha inspiração são minhas idéias. Tá certo que ler constantemente e ver filmes ajuda muito, Mas busco me focar em idéias centrais.

    4. O que você considera mais difícil durante a escrita de uma história? 

    Bem, tem dias que faltam idéias, há momentos que a tensão pode impedir de criar. Levando-se em conta a construção da história, de personagens e do cenário geral, é necessário ter muito discernimento na hora de escrever.

    5. Quais seus livros? E qual deles você mais gostou de escrever? 

    Em 2012, fiz minha estréia na literatura com “Fora do armário”. Fiz uma cronologia geral sobre o universo da homossexualidade no Brasil e no mundo, envolvendo classes, mídia, ciências, política e um pouco de muitos temas. Em 2013, lancei uma coletânea de contos eróticos GLBT, “Censurado – sexo, taras e fetiches”. Em 2014, foi a vez de lançar “As 7 cores que amei”, de crônicas. De todos, tenho um xódo especial pelo “7 cores”. É uma pedaço de minha vida que está descrito nele. E também porque cheguei a final na categoria projeto gráfico do Prêmio literário Biblioteca Nacional 2015. Apenas por ter chegado à final, já foi um grande prêmio. 

    6. Qual de seus personagens você mais gosta? 

    De meus livros, tenho personagens no “Censurado – sexo, taras e fetiches”. Foi um desafio gostoso em cria-los. Digo que são meus meninos. 

    7. Como você sente quando recebe um comentário positivo acerca de sua obra? 

    Fico muito feliz em ver que pessoas que não conheço, me procuram para elogiar meu trabalho. Me sinto com a sensação de dever cumprido, missão dada e resultado positivo. Estou feliz por dar meu pedacinho de contribuição à nossa literatura.

    8. Pretende escrever novos livros? Tem algum projeto em mente chegando? 

    Tenho alguns projetos guardados mas no momento não penso em dar continuidade. Infelizmente, ando sem tempo para esta tarefa. Mas, quem sabe no futuro. 

    9. Qual gênero literário você mais se identifica? 

    Adoro os contos e os romances.  Nunca fiz romances, mas a cada que leio fico mais encantado!

    10. O que você diria para as pessoas que estão conhecendo tanto você, quanto a sua escrita agora? 

    Agradeço profundamente pelo carinho, pelos contatos e pelo apoio. É muito gostoso poder interagir desta forma tão bacana com os leitores, fãs e admiradores. 

    11. O que as pessoas devem esperar da sua escrita? 

    Gostaria que vissem como uma forma de fazê-los se distrair, de poderem usufruir de um livro, de um trabalho, feito com bastante inspiração, carinho e transpiração. 

    12. Qual passagem do seu livro te marcou mais? Existe um trecho que você goste mais que os outros? 

    No “Fora do armário”, fiz uma grande pesquisa sobre fatos que marcaram nosso país e o mundo. Citei acontecimentos que marcaram época, que mexeram com a nação e que podem servir como fonte de conhecimento. Volta e meia, pego o livro para rever alguns temas. Considero um trabalho caprichado, que não é apenas mais um livro, mas uma pequena bíblia de acontecimentos. 

    13. Como foi a recepção do público com relação ao seu primeiro livro? 

    Foi muito positiva. Também teve seu lado crítico, mas respeito a opinião de terceiros. Por ser novidade à época, fiz um grande trabalho de divulgação, o que fez com que o público conhecesse o livro e mais tarde me procurassem com seus retornos positivos ou negativos. 

    Occello Oliver | Acervo Pessoal
    14. O que te inspira a continuar escrevendo? 

    A paixão pela literatura, pelo jornalismo e claro, por me considerar um contador de histórias. 

    15. O que você diria para alguém que está iniciando a escrita do seu primeiro livro? 

    Realizem seus sonhos, tenham bastante autocrítica de si mesmos e principalmente muita humildade em entrar para um mercado tão apertado, mas prazeroso. Lembrem-se, não existe competição no meio literário, existe troca de experiências e gratidão. 

    16. O que você tem a dizer para os leitores do Catraca Seletiva?

    O Catraca Seletiva é um portal repleto de magia e magnitude. Único em seu conteúdo e com bastante autonomia para se manter no mercado literário. Sou assíduo de plantão das notícias. Deixo aqui meu super obrigado a todos os leitores e ao editor Vitor Leal por sua competência e sensibilidade profissional.

     17. Onde podemos encontrar seus livros para compra? Qual você indica que nossos leitores conheçam primeiro? 

    O “Fora do armário” está à venda no site da Metaoia Editora e em algumas lojas. “Censurado” e “As 7 cores que maei” podem ser adquiridos no site da Cultura em Letras Edições em www.culturaemletrasedicoes.com.br e nas livrarias Bolivar (Rio de Janeiro) e Blooks (São Paulo, RJ e Niterói)

    18. É chegado ao fim da nossa entrevista. Muito obrigado pela oportunidade e pela paciência. Sucesso!

    Obrigado pela oportunidade, Catraca Seletiva!! Sucesso e amém a todos nós!!

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