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    sábado, fevereiro 18, 2017

    Vamos falar sobre os momentos em que a vida fica "quase tudo bem"

    Não se sinta culpado (a) por abandonar aquilo o que não te faz transbordar.

    Você já imaginou a quantidade de problemas que você solucionou e a quantidade de vezes que você pensou consigo mesmo que não conseguiria passar por aquilo ou solucionar e por fim, deu tudo certo? Você já parou para pensar na quantidade de pessoas que te fez chorar no trabalho, no sentimental, no social e no pessoal? Em todo mundo que um dia olhou para você e disse que você não daria em nada? Pois é, eu já.

    "Quase tudo bem" a explicação que damos para tudo o que não está tão bem assim, mas, também não está nos incomodando em um nível "x" para podermos ficar um pouco mais alerta. Nestes momentos você precisa optar por dois caminhos: Ou aperta o reset e começa do zero ou você simplesmente aceita o "quase" imposto pela vida e se conforma com o que está recebendo.

    Algumas pessoas consideram um egoísmo de um tamanho inimaginável quando abandonamos projetos, sonhos, pessoas e momentos porque começamos a pensar mais em nós mesmos. Não é egoísmo querer o seu bem. Não é egoísmo terminar o relacionamento que te sufoca, largar o trabalho que te sobrecarrega, deixar o "amigo" que te decepciona, gritar quando ninguém escuta o que você fala. E não, não é egoísmo quando você decide "abortar" da sua vida, tudo o que te faz mal, pensar em si mesmo, não é egoísmo, muito pelo contrário é um sentimento altruísta no qual você já deveria ter feito para seu próprio bem.

    Ontem eu tive contato com um livro que me causou muita alegria, porém, muito choro também. O livro narra a vida de três garotas que precisam encontrar um tempo para esfriar a cabeça, para viajar e para reformular tudo o que elas achavam que sabia da vida. E eu me vi um pouco em cada uma daquelas garotas. "Quase tudo bem" é um romance escrito pela autora Adriana Rocha e me provocou algumas reflexões, que sem brincadeira, me fizeram chorar.

    As vezes estamos tão preocupados com o que os outros irão pensar, que ficamos impedidos por fazer algo por nós, mesmo que aquilo seja certo, ficamos cercados de incertezas e presos na teia de manipulação que nos cerca. Afinal, porque seria errado abandonar algo que nos faz tão mal. Já pensou nisso? Eu já.

    Eu não sei quanto a vocês, mas eu estou cansado de ficar no "quase tudo bem" da vida. Eu não quero viver preso a sonhos, momentos e pessoas que não podem suprir as minhas necessidades, que na maioria das vezes, excede o que eles podem nos proporcionar. Eu fui criado para transbordar, exceder, e criar meus próprios limites. Eu não quero que quando alguém me pergunte como está indo a vida, eu responda "quase", eu quero dizer: Perfeitamente bem. Por que eu sou o meu dono, eu me mando, eu me amo e o melhor de tudo: Eu me pertenço.

    Conheça a obra que inspirou esta reflexão:

    ISBN-13: 9788591043149
    ISBN-10: 8591043146
    Ano: 2016 / Páginas: 206
    Idioma: português 
    Editora: independente

    Quase tudo bem conta a história de Laura Soutto, uma secretária executiva muito bem sucedida que ficou desempregada, resolveu aventurar-se e realizar o sonho de pegar a estrada e viajar. Em Penedo, sua primeira parada conheceu Lílian Motta, uma talentosa musicista e cantora da noite que resolve embarcar nesta aventura juntamente com Laura, a fim de conhecer novos horizontes, levando sua graça e musicalidade. Tudo parecia bem, quando Catarina Albuquerque, uma jovem de 23 anos esconde-se no carro de Laura para fugir de um casamento indesejável. Um romance cheio de companheirismo, aventuras e fortes emoções.

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