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[CRÍTICA] Você acredita?



Dos mesmos produtores de "Deus não está morto", Você Acredita, veio para contribuir de forma significativa na lista de filmes do meio gospel que merecem sua atenção este ano. O livro conta com um elenco fantástico, contando com participações de Ted McGinley, Mira Sorvino, Sen Astin, e direção de Jonathan M. Gun. O filme é uma produção do ano de 2015 e possui duas horas de duração.


Tudo começa quando um pastor encontra um mendigo que prega a palavra de Deus nas ruas enquanto carrega uma cruz, indagando a todos com uma pergunta simples e direta que marca o início de uma série de reflexões acerca de nossas vidas: Você Acredita Na Cruz de Cristo? Após este encontro, o pastor vê-se cheio de reflexões e questões que mereceram ser compartilhadas em um sermão, então, o faz. A partir dai, a vida do pastor e de outras onze almas irão se encontrar de forma esplendorosa, onde todas as questões se resumem em uma única pergunta: Você acredita? Fazendo-nos perceber e ver o quão maravilhosa é a cruz de Cristo.

Uma mãe que foi despejada de sua casa após ser abandonada pelo marido, um homem que sofre de leucemia aguda, uma mãe que fugiu de casa para não sofrer um aborto por parte dos pais, uma família que não pode ter filhos, uma família que perdeu seus filhos, um homem que viu-se responsabilizado pela morte de um ente querido, uma mulher que pensa em jogar-se da ponte por abandono precoce do pai, entre outras diversas histórias que se cruzam de forma visceral neste enredo magistral.



O filme possui uma temática proselista — obviamente, por se tratar de um filme ligado de forma direta à religião — protestante, e é direto em todas as questões que envolvem desenvolvimento e conclusão de todas as ligações que são feitas nesta produção. Aqui iremos conhecer o verdadeiro perdão, o encontro que mudou a vida de duas pessoas, a ressurreição de um homem a história de uma família que voltou a sorrir após ter sua vida encontrada na estrada indecifrável escrita por Deus.

O filme é considerado um dos melhores dentro da temática religiosa e muitos acreditam que seu enredo e direção conseguem ser melhores que do primeiro filme de "Deus não está morto", por conseguir de forma clara e objetiva unificar doze histórias diferentes em um único encontro, a onde o arrependimento genuíno e verdadeiro de suas vidas encontram-se com o perdão que vem dos céus. 

Incrivelmente incrível, honestamente foi um dos melhores filmes que tive o prazer de ver na vida. O filme foi indicado por um amigo de escola chamado Euclides, que Deus continue usando-o para espalhar o evangelho com toda sua história de vida e empenho! God Bless u!

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