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[ENTREVISTA] Pietra Von Bretch, autora de "Dark London"

Pietra Von Bretch | Facebook | Divulgação

Pietra Von Bretch nasceu na Lapa, no coração do RJ e começou a escrever aos 11 anos. 
Escritora, roteirista, poeta, atriz e geek de carteirinha. Foi co-fundadora do Grupo de Teatro Apotecarius, em 2002 e assinou a autoria de textos independentes encenados pela companhia. Lançou “Incertos Boêmios”, em 2010, na FLIP; co-autora nas Coletâneas "Poesia Feminina - A arte de ser mulher" (2016) e “Sem Fronteiras pelo Mundo v.2” (2017), ambas da Editora Rede Sem Fronteiras.  A série de literatura fantástica “Dark London” é sua 1ª obra de ficção e o pocket book “Dark London: Contagem Regressiva”, que foi lançado em março/17, traz o conto que dá origem à série. “A Profecia das Eras” – Livro 1 será lançado no 1º semestre de 2018. Os próximos livros na lista de publicação incluem a distopia "Evolução" e o livro de contos eróticos "Crônicas, fantasias e fetiches".


1. Quando você percebeu que seu destino era se tornar um escritor?

Desde a adolescência esse sonho me persegue rs escrevi muito de lá pra cá. Textos para o teatro, roteiros, poesias, iniciei histórias, mas nunca tive aquele empurrão para publicá-las. Em 2016, depois de passar por momentos muito difíceis em termos de saúde, eu tive certeza de que deveria ir atrás do meu verdadeiro amor - ESCREVER. Costumo dizer que saí da minha concha e desde então venho escrevendo e mostrando aos leitores o meu trabalho.

2. De onde vem os personagens? São frutos de muita imaginação ou são baseados em pessoas reais?

Os meus personagens vem de uma mente bastante acelerada, perturbada, eu diria, cheia de questionamentos. 
Alguns personagens de "Evolução", uma distopia que já está escrita, são baseados na personalidade e no agir de pessoas reais.

3. Quais seus autores favoritos? Estes livros de alguma forma, influenciaram diretamente na sua escrita?

Eduardo Spohr, Cassandra Claire, Anne Rice, Bram Stcker, Mary Shelley, Raphael Montes. São autores, que com suas obras influenciaram diretamente tudo que tenho escrito, principalmente Eduardo Spohr...ele vem do universo geek, do RPG, tanto quanto eu, posso dizer que ele é o grande influenciador nacional do 1º livro da série Dark London

4. Já aconteceu de você conhecer alguém que leu sua obra, ou que estava lendo?

Sim. Diversas vezes. É bastante interessante e gratificante ouvir o que os leitores tem a dizer. Posso passar horas com eles trocando idéias sobre minha obra, personagens e por aí vai.

5. Atualmente uma das maiores dificuldades encontradas por autores é publicar o livro no formato físico, até mesmo pelos valores altíssimos cobrados por algumas editoras. Você encontrou alguma outra dificuldade para publicar ou desenvolver sua obra?

Optei por publicar meus livros de forma independente e nesse caso, a maior dificuldade é a inexperiência. Dark London é meu 1º trabalho ficcional e apesar de ter sido muito bem acolhida pelos amigos autores e ter recebido muitas dicas, é um mundo novo onde você e sua assessoria faz TUDO!! Distribuir nas grandes livrarias é uma grande negociação e divulgar, sem assessoria literária, não é fácil. Vou aprendendo e melhorando a cada dia :)

6.  Você costuma recorrer á opiniões de terceiros durante o processo de escrita de um livro? Se sim, por que?

Sim. Faço copydesk a cada final de capítulo. É uma oportunidade única de ter a visão externa, de outro leitor, do cara que está fora da minha cabeça. Muitas lacunas são preenchidas nesse momento para o leitor final. 

7.  Quanto tempo demorou até que seu livro estivesse finalmente finalizado?

Dark London: Contagem Regressiva nem um mês rs é um conto que fluiu organicamente da mente para o teclado. Mas normalmente demoro de 09 a 12 meses para escrever um livro de fantasia. 
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8. Pretende escrever outros livros dentro do gênero do primeiro livro?

Sim. Com certeza! Dark London é uma série de 4 livros :) e pretendo continuar escrevendo fantasia, ficção e arriscar no suspense policial.

9. Qual o pior inimigo de um autor?

Talvez o próprio autor, quando não se arrisca, quando tem receios e insegurança ao apresentar sua obra ao mundo. O que escreve precisa ser lido...mostre ao mundo, é o que tenho em mente hoje em dia.

10. O que você faz quando uma ideia maravilhosa surge enquanto você está fora de casa e precisa registrar aquela ideia?

Sempre ando com um caderninho na bolsa..as idéias vão pra lá quase sempre antes de serem organizadas; já cheguei a escrever um roteiro inteiro, de "Nas Teias do Impossível", que é um romance que ainda pretendo publicar, nos guardanapos da cafeteria do hospital onde meu irmão estava internado para uma cirurgia rsrs

11. Você acha que escrever enquanto se ouve uma trilha sonora de fundo, dá inspiração ou atrapalha?

Dependendo da cena que se escreve, para mim, só ajuda! Meus livros tem trilhas sonoras...todas disponibilizadas no meu Canal no YouTube :)

12.  De tudo o que você já escreveu, tem algo em especial que se orgulhe? Algum trecho, personagem ou terra?

Sim. A composição dos personagens de Dark London é inspirada em RPG. Quis fazer isso para dar a eles o máximo de fidedignidade, realidade...são personagens que amo numa história que realmente sou apaixonada por escrever.

13. Como foi a recepção do seu público com relação à sua escrita? Você acha que se surgisse a oportunidade de vendê-lo para fora do país, a recepção seria mesma?

A recepção e as críticas de Dark London: Contagem Regressiva foram muito boas até agora. Surgindo a oportunidade de vende-lo para outro país, acredito que a recepção seria a mesma...fantasia é algo universal, creio que seria bem aceito sim :)


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