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[ENTREVISTA] Renata Christiny, autora da trilogia "E se ela soubesse"

Renata Cristina | Acervo Pessoal | Divulgação

Renata Cristina (21) é formada em letras e autora da trilogia "Se ela soubesse". Em suas palavras: Apesar dos meus personagens serem muito românticos, eu não sou. Gosto de escrever quando estou triste, acredito que seja mais fácil tocar o leitor quando você próprio está ferido. E hoje Renata abre sua intimidade e seu coração, e conta-nos um pouco de seus projetos, sonhos, vontades e desejos. 

1. Quando você percebeu que seu destino era se tornar um escritor?

Quando publiquei meu primeiro livro "E se ela soubesse?" na Amazon, o retorno foi grandioso e os leitores amaram a história. Foi então que eu me perguntei: por que não continuar?

2. De onde vem os personagens? São frutos de muita imaginação ou são baseados em pessoas reais?

Todos os personagens são frutos da minha imaginação. Alguns costumes ou até mesmo certos diálogos eu me inspirei em pessoas as quais eu converso e assim vou moldando os personagens. 

3. Quais seus autores favoritos? Estes livros de alguma forma influenciaram diretamente na sua escrita?

Sem dúvidas Stephen King. O seu livro "sobre a escrita" foi o que me motivou a continuar. 

4. Já aconteceu de você conhecer alguém que leu sua obra, ou que estava lendo?

Sim, isso acontece muito.

Acervo Pessoal | Divulgação

5. Atualmente uma das maiores dificuldades encontradas por autores é publicar o livro no formato físico, até mesmo pelos valores altíssimos cobrados por algumas editoras. Você encontrou alguma outra dificuldade para publicar ou desenvolver sua obra?

Encontrei dificuldade no começo, pois tinha medo de fazer publicação independente e não conseguir vender os livros e ter que arcar com todo o custo. Acredito que esse seja o maior medo de muitos escritores e, infelizmente, isso pode vir acontecer. Mas se ser escritor é realmente um sonho, então acho que vale a pena cada centavo. 

6.  Você costuma recorrer á opiniões de terceiros durante o processo de escrita de um livro? Se sim, por que?

Sim, muitas coisas que pode fazer sentido para mim, pode não fazer para o outro. Acho importante pedir a opinião de alguém durante o processo de escrita, as vezes a pessoa vê algo que não vimos ou algum erro que deixamos passar por despercebido. 

7.  Quanto tempo demorou até que seu livro estivesse finalmente finalizado?

O primeiro livro eu demorei alguns anos, pois eu não tinha a pretensão de publicá-lo, a publicação foi uma grande surpresa para mim. Mas os outros livros eu demoro cerca de dois meses ou mais, depende de muitos fatores: tempo livre, inspiração, etc.

8. Pretende escrever outros livros dentro do gênero do primeiro livro?

Sim, já tenho livros engatilhados. 

9. Qual o pior inimigo de um autor?

Eu acredito que seja a falta de inspiração. 

10. O que você faz quando uma ideia maravilhosa surge enquanto você está fora de casa e precisa registrar aquela ideia?

Geralmente escrevo no celular, ou formo toda a história para que ela se firme na minha mente. 

11. Você acha que escrever enquanto se ouve uma trilha sonora de fundo, dá inspiração ou atrapalha?

Me inspira, com certeza.

12.  De tudo o que você já escreveu, tem algo em especial que se orgulhe? Algum trecho, personagem ou terra?

O fato de todos meus personagens terem uma trágica história por trás. Na vida real todos nós temos algo que tememos, seja um passado ou lembrança, não gosto de fazer personagens perfeitos. A frase que tocou muito de meus leitores: "Assim como você, todos tem motivos para serem como são."

13. Como foi a recepção do seu público com relação à sua escrita? Você acha que se surgisse a oportunidade de vendê-lo para fora do país, a recepção seria mesma?

Foi maravilhosa, não esperava por um carinho tão grande. Já vendi meu livro para fora do país, tenho leitores de toda parte do mundo e a recepção foi mais incrível ainda.


CONHEÇA A OBRA:

Sinopse: Tenho algo para lhe contar. Calma, não se assuste, antes de tudo, preciso que se sente. Eu sei que isso pode fazer com que eu nunca mais a veja, mas preciso lhe dizer que eles têm razão; eu o matei. Sim mãe, em minhas roupas está seu sangue, cada camisa minha tem o cheiro de outras vidas que eu tirei impiedosamente. Sei que não estava preparada para saber tudo isso, porém, precisava dizer a alguém o quanto eu ria enquanto passava lâmina por aquele corpo imundo. Espere... Não fuja, ainda não acabei. Há outra coisa que preciso lhe dizer: estou sendo atormentado mãe, ele voltou das cinzas, eu vejo seu corpo ensanguentado por toda parte, mas sabe qual é a pior parte? Ele quer se vingar. Sei o quanto isso é horrível, mas não me arrependo do que fiz. 
Antes que eu me esqueça, você precisa saber que eu vi uma linda mulher aqui, ela também pareceu ter gostado de mim, nossos olhos se encontraram e eu senti algo estranho, algo...bom. Mas ouça, mãe: ela não sabe os reais motivos de eu estar em um manicômio.

Esse será um segredo nosso, preciso que não conte nada a ninguém, e acima de tudo, preciso que não conte nada a ela. Acha que pode fazer isso?



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