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[RESENHA #135] Fome, Raul Minh'Alma

ISBN-13: 9789895142484
ISBN-10: 989514248X
Ano: 2015 / Páginas: 200

Idioma: português de Portugal 

Editora: Chiado



Assim como o corpo, a alma também precisa de se alimentar, e alimenta-se tão vorazmente que se não estiver satisfeita, devora-nos por dentro. Consome-se e consome-nos. É preciso saciá-la com o gesto indicado, com as palavras certas, com a mensagem que a acalme e lhe dê motivação para nos deixar viver. Porque ela é feita de tudo isto, e tudo isto é vontade, tudo isto é necessidade, tudo isto é fome.



Fome é uma coletânea de frases e versos reflexivos escritos por Minh'Alma. Em um total de 500 reflexões, Raul leva-nos ao pensamentos que interiorizam nosso ser e personificação nosso exterior. A peculiaridade exposta em suas palavras, faz-nos perceber a suavidade das ideias de pensamentos as vezes tão simples mas com um valor reflexivo extremo.

O livro é uma verdadeira viagem filosófica, onde somos levados como prisioneiros de nossos pensamentos e reflexões ao nosso interior. Somos convidados à refletirmos acerca das questões interiores e exteriores da contemporaneidade e da composição sentimental do sujeito em diversas situações, onde — o agora, o presente — de forma concreta, apresenta-se como a essência da vida que muita das vezes é desconhecida por nós. 


Raul começou publicando suas frases no Facebook e a partir dai com o crescimento de seu público, começou a publicar livros e livros com as reflexões que arrebataram multidões e multidões de pessoas que ficaram em êxtase com tamanha sabedoria discursiva acerca do existencialismo.


Abaixo você confere as citações que mais me marcaram ao longo do livro.



2. Há dois tipos de opiniões: As construtivas e as que ferem o silêncio


4. Não vale o tempo a idade que lhe dão, se de cada erro, não se tirar uma lição.


6. Aquele que procura no tom de voz a razão de suas palavras é o mesmo que procura na humilhação o poder do seu caráter.


57. Não tens direito de exigir mudanças se a elas não estiveres disposto


70. Quem não tem vontade se ter, não tem medo de perder


74. Faz mais falta a mão que levanta, do que o dedo que aponta


90. Só tem medo do fim quem não aproveita o meio


122. O vento nunca limpará a alma, mas refrescar-me-a os pensamentos.

Agora confira algumas citações retiradas das mídias sociais do autor:



















O AUTOR

Nasceu a 29 de junho de 1992, é natural de Marco de Canaveses e aluno de Engenharia Mecânica na Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto. Começou a escrever poesia com dezassete anos e em 2011 lança o seu primeiro livro de poemas com o título Desculpe Mãe. Ainda no mesmo ano leva a cena uma comédia de sua autoria intitulada É Melhor Roubar Que Pedir. Na altura de dar um novo passo, começou a escrever prosa e edita em 2014 o seu primeiro romance Os Mistérios de Santiago. Aos vinte e dois anos conclui o seu terceiro livro, uma coletânea de 500 frases que intitula de Fome.


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