Responsive Ad Slot

LANÇAMENTOS

lançamentos

A “Odisseia” de Homero ganha nova tradução por Frederico Lourenço

15 anos depois da sua primeira tradução do seu poema homérico preferido, Frederico Lourenço revisita a Odisseia com uma linguagem simples e límpida, com o intuito de dar protagonismo a esta obra poética que tem a capacidade de encantar, onde a fantasia e a vida real se cruzam e sobrepõem – e, ainda, de destacar a importância do ensino do grego em Portugal e evitar o seu desaparecimento.

segunda-feira, março 12, 2018

/ by Vitor Lima

Edição revista da «Odisseia» e agora com notas e comentários chega amanhã às livrarias.
Goiás, 12 de março de 2018 – Chegou no dia 23 de Fevereiro às livrarias a Odisseia de Homero – tradução revista, anotada e comentada por Frederico Lourenço.

15 anos depois da sua primeira tradução do seu poema homérico preferido, Frederico Lourenço revisita a Odisseia com uma linguagem simples e límpida, com o intuito de dar protagonismo a esta obra poética que tem a capacidade de encantar, onde a fantasia e a vida real se cruzam e sobrepõem – e, ainda, de destacar a importância do ensino do grego em Portugal e evitar o seu desaparecimento.

Como Frederico Lourenço esclarece no Prefácio a esta nova edição, «cada canto da Odisseia está agora apetrechado de um aparato de notas e de comentários, que visam esclarecer, em primeiro lugar, a estrutura narrativa do poema, mas também problemas de teor linguístico e geográfico, assim como a inter-relação da Odisseia com a Ilíada (entre muitos outros assuntos)».

A revisitação à Odisseia por Frederico Lourenço acontece enquanto o classicista trabalha na tradução da Bíblia, cujas novas edições estão a ser publicadas também pela Quetzal Editores.

SINOPSE

Composta talvez no século VII a.C. por um poeta que conhecia bem a Ilíada, a Odisseia dá-nos a ler poesia que, alheia ao tempo, retém ainda hoje toda a sua capacidade de encantar. A história narrada transporta-nos para um mundo de viagens, aventuras, alegrias e lágrimas; um mundo de cores brilhantes, como um fresco pictórico onde a fantasia e a vida real se cruzam e se sobrepõem. Ao mesmo tempo, esta obra-prima poética levanta também muitas interrogações a historiadores, geógrafos e linguistas – questões abordadas por Frederico Lourenço nas abundantes notas que acompanham a sua tradução (várias vezes premiada) do genial poema homérico.

SOBRE FREDERICO LOURENÇO

Ensaísta, tradutor, ficcionista e poeta, Frederico Lourenço nasceu em Lisboa, em 1963, e é atualmente associado com agregação da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra e membro do Centro de Estudos Clássicos e Humanísticos da mesma instituição. Foi docente, entre 1989 e 2009, da Universidade de Lisboa, onde se licenciou em Lígnuas e Literaturas Clássicas (1988) e se doutorou em Literatura Grega (1999) com uma tese sobre Eurípedes, orientada por Victor Jabouille (Lisboa) e James Diggle (Cambridge), Publicou artigos sobre Filologia Grega nas mais prestigiadas revistas internacionais (Classic Quarterly e Journal of Hellenic Studies) e, além da Odisseia, que agora se reedita (com notas e comentários), traduziu também a Ilídia de Homero, bem como um volume da poesia grega, tragédias de Sófocles e de Eurípedes, e peças de Goethe, Schiller e Arthur Schnitzler. No domínio da ficção, é autor de Pode Um Desejo Imenso (2002). Na poesia, é autor de Santo Asinha e Outros Poemas e de Clara Suspeita de Luz. Publicou ensaios como O Livro Aberto: Leituras da Bíblia, Grécia Revisitada, Estética da Dança Clássica e Novos Ensaios Helénicos e Alemães (Prémio PEN Clube de Ensaio 2008). Recebeu ainda os prémios PEN Clube Primeira Obra (2002), Prémio D. Diniz da Casa de Mateus (2003), Grande Prémio de Tradução (2003), Prémio Europa David Mourão-Ferreira (2006). Em 2016 iniciou na Quetzal a publicação dos seis volumes da Bíblia – que lhe valeu o Prémio Pessoa.

Nenhum comentário

Talvez você se interesse...
© all rights reserved
made with by templateszoo