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O horror da guerra, de Niall Ferguson

«O Horror da Guerra», de Niall Ferguson Provavelmente a obra mais importante sobre as origens da Primeira Guerra Mundial.

sexta-feira, março 09, 2018

/ by Vitor Lima

GOIÁS, 09 de Março de 2018 — O Horror da Guerra, de Niall Ferguson, “a análise mais estimulante e provocadora da Primeira Guerra Mundial”, segundo o historiador Ian Kershaw, chegou hoje às livrarias portuguesas. Nesta obra provocadora, Niall Ferguson questiona: Terá valido a pena tamanho sacrifício? Esta guerra foi realmente um cataclismo inevitável e eram os alemães uma ameaça real? Terá a guerra sido recebida, como costuma afirmar-se, com entusiasmo popular? Porque continuaram os soldados a combater quando as condições eram tão terríveis? Haveria de facto um desejo de matar, que conduziu os homens à autodestruição?

Estas e outras reflexões podem ser encontradas nesta obra incontornável, do “historiador mais talentoso da sua geração”, de acordo com o The Times

REFERÊNCIAS INTERNACIONAIS

“Este livro vai ao âmago da carnificina de 1914- 1918, sem rodeios nem mistificações. Ferguson realiza uma análise histórica cáustica, sem perder a elegância nem a sensibilidade”. (The Economist)

“Uma síntese abrangente do que sabemos sobre a Primeira Grande Guerra. Além de nos proporcionar informações menos conhecidas, desafia-nos a reconsiderar as ideias aceites sobre os aspetos mais importantes do conflito”. (The New York Times Book Review)
“Não conheço outro relato da Primeira Guerra Mundial que consiga explicar esta tragédia e descrever a sua realidade sombria de forma tão convincente.” (David Clay Large, autor de Where Ghosts Walked: Munich’s Road to the Third Reich)
“Vira do avesso praticamente todas as ideias preconcebidas sobre a Grande Guerra.” (Andrew Roberts, Mail on Sunday)

“Uma das obras mais importantes e controversas sobre a Primeira Guerra Mundial. Num livro bem escrito, resultante de uma investigação soberba e extremamente pessoal, o historiador Niall Ferguson destrói muitas ideias feitas sobre o papel dos Britânicos no conflito.” (Carlo W. D’Este, autor de Patton e Bitter Victory)

“Inovadora e imaginativa (no melhor sentido), esta reavaliação ousada da Primeira Guerra Mundial formula perguntas que raramente são colocadas, incluindo a mais angustiante de todas: esta guerra tinha mesmo de ser mundial? Não terá sido verdadeiramente o maior erro da história moderna?” (Rob Cowley, MHQ: The Quarterly Journal of Military History)

SINOPSE

A Primeira Guerra Mundial matou cerca de 8 milhões de pessoas e esgotou os recursos da Europa. Nesta obra provocadora, Niall Ferguson pergunta: terá valido a pena tamanho sacrifício? Esta guerra foi realmente um cataclismo inevitável e eram os alemães uma ameaça real? Terá a guerra sido recebida, como costuma afirmar-se, com entusiasmo popular? Porque continuaram os soldados a combater quando as condições eram tão terríveis? Haveria de facto um desejo de matar, que conduziu os homens à autodestruição? A guerra, afirma ele, foi um desastre – mas não pelas razões que pensamos. Pior do que uma tragédia, foi o maior erro da história moderna.

SOBRE O AUTOR

Niall Ferguson é um dos historiadores mais reputados da Grã-Bretanha. É professor de História, titular da Cátedra Laurence A. Tisch, na Universidade de Harvard, investigador principal da Hoover Institution, Universidade de Stanford, e professor convidado da Universidade de Tsinghua, em Pequim. Publicou os livros Paper and Iron, The House of Rothschild, Empire, The War of the World, The Ascent of Money, High Financier, Civilization e The Great Degeneration, entre outros. Deste autor a Temas e Debates publicou A Lógica do Dinheiro (2015), Colosso (2015) e Kissinger - 1923-1968: O Idealista (2016). Também escreveu e apresentou seis séries televisivas, de muito êxito, no Channel Four: Empire, American Colossus, The War of the World, The Ascent of Money, Civilization e China: Triumph and Turmoil. Em 2009, The Ascent of Money ganhou um International Emmy for Best Documentary. Kissinger, um filme de longa-metragem baseado nas suas entrevistas com Henry Kissinger, ganhou o prémio de melhor documentário no New York Film Festival. Entre os seus muitos prémios e distinções contam-se o Benjamin Franklin Prize for Public Service (2010), o Hayek Prize of Lifetime Achievement (2012) e o Ludwig Erhard Prize for Economic Journalism (2013).

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