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[ENTREVISTA #103] A escrita, vida e arte de Natália Lopes

Natália Lopes é autora, revisora e apaixonada por ficção. Publicada em diversas antologias, a autora planeja lançar seu primeiro livro solo até o final deste ano

quinta-feira, julho 19, 2018

/ by Vitor Lima
Foto: Divulgação


1.                 
Olá, primeiramente gostaríamos de saber um pouco sobre você e sua vida. Quem é você? Apresente-se.

R. Olá, me chamo Natália Lopes, tenho 23 anos e sou casada. Nasci em março de 1995 em São Paulo-SP e resido em Fortaleza-CE. Além de autora, sou revisora de textos. Completamente apaixonada por ficção e pela escrita.

2.                A escrita sempre chega de uma forma inusitada e única na vida dos escritores. Como isto ocorreu com você? Em que momento de sua vida você percebeu que possuía dom e aptidão para a escrita?

R. Descobri o mundo da leitura muito cedo e aos poucos comecei a colocar no papel o que eu gostaria de ver em um livro. Sempre quis que as pessoas tivessem a mesma sensação que eu tinha/tenho ao ler uma boa estória.

3.                 Quando surgiram seus primeiros manuscritos? Sempre teve em mente a ideia de tornar a escrita um campo profissional?

R. Chegaram de mansinho e aos poucos fizeram morada em mim. Sou uma devoradora insaciável de livros e talvez devido a isso nutri fortemente o desejo de fazer com que as estórias que nasciam em minha mente, se aventurassem no coração dos leitores.

4.                Levando em consideração todo o cenário literário e sua escrita: quais são seus planos para o futuro?

R. Tenho diversas participações em coletâneas maravilhosas e se tudo ocorrer como esperado, no final deste ano meu primeiro livro solo será publicado. Para um futuro próximo, pretendo escrever e publicar novos trabalhos solos, um deles provavelmente um sping-off do primeiro livro, isso dependerá da receptividade do público leitor com minha obra.
Além disso pretendo manter minhas participações em antologias, pois através delas tenho a possibilidade de passear em diversos gêneros, para que os leitores conheçam um pouco mais do meu trabalho.

5.                 Algum livro ou autor te motivou a iniciar seus próprios manuscritos?

R. São tantos que nem me atrevo a contar, uns me incentivaram a iniciar e outros a prosseguir.
Internacionais posso citar: Nicholas Sparks, Jojo Moyes, Edgar Allan Poe, Sidney Sheldon. Nacionais vou citar uma das principais: autora que começou com suas publicações na plataforma de leitura Wattpad e hoje está nas grandes livrarias do país, viajando em tour para os eventos de lançamento de suas obras. Sue Hecker me é de grande inspiração.

6.                Quando você decidiu que iria profissionalizar sua escrita? Quais foram seus medos ao lançar seu primeiro livro? O que te motivou/motiva a continuar escrevendo?

R. Creio que tenho esta decisão tomada desde sempre, estava apenas esperando as oportunidades darem o ar da graça (risos). Quanto ao medo, prefiro substituí-lo por esperança e confiança de que os leitores abraçarão meu livro com muito carinho.
Minha maior motivação a prosseguir escrevendo é o fato de viver a escrita e amá-la incondicionalmente. O apoio e boas vibrações de minha família, principalmente de meu marido que já me enxerga como best-seller (risos), me são essenciais.

7.                 Onde podemos encontrar seus livros para compra?

R. No momento podem solicitar diretamente comigo, por meio de minha fanpage no Facebook: Natália Lopes – Escritora; pelo IG: @natliteraria ou ainda por meu e-mail: natalialopesescritora@gmail.com
8.                Que conselhos você daria para alguém que está desencorajado a escrever o primeiro livro?

R.  Jamais desista! O primeiro projeto é sempre o mais complicado de finalizar, com o tempo mesmo com as dificuldades torna-se mais fácil transformar ideias em boas estórias.

9.                De onde vêm os personagens? De alguma forma se relacionam com alguém que conhece?

R. Mente de escritor é meio maluca (risos), às vezes apenas surgem, do nada, como um presente; outros nascem por meio de histórias que ouço ou situações que vejo na rua e lugares que conheço. Não tem muita explicação, simplesmente acontece!


10.             Qual é a sensação de ir a uma loja e encontrar um livro vosso à venda?

R. Ainda não tenho como definir, mas anseio e trabalho indubitavelmente para que o possa em breve.


11.              Já conheceu/encontrou alguém que leu uma de suas obras? Como foi a experiência?

R. Aconteceu/acontece de lerem algum conto ou poema meu e então me contatarem por meio das redes sociais, pessoalmente ainda não tive o prazer. Contudo, saber que alguém me leu e gostou daquilo que produzi com tanto carinho, me emociona muitíssimo.

12.             Você elabora um roteiro para seguir e desenvolver a criação de seus cenários e personagens ou simplesmente escreve e deixa fluir?

R. Os dois. Às vezes acontece de eu planejar e meus personagens criarem vida própria. Fico de queixo caído com isso (risos).



13.             Você considera primordial dedicar-se sem cessar na escrita de um livro? Você possui uma rotina de escrita?

R. Creio que não sou muito disciplinada em questão de horários definidos para escrever, escrevo com frequência e sempre que posso, independentemente de horário ou local estipulado.


14.             Gosta de trabalhar em silêncio absoluto ou prefere ouvir música enquanto trabalha?

R. Depende muito do meu estado de espírito, quando estou estressada devido a correria do dia a dia, prefiro trabalhar em total silêncio para manter uma maior concentração e nos dias em que estou relaxada, adoro escrever acompanhada de uma boa melodia, isso me mantém no pique.


15.             Como você se vê daqui a dez anos dentro do cenário literário?

R. Espero ter alcançado meus objetivos de ser uma autora conhecida e querida pelos leitores, com vários livros solos publicados e todos bem recebidos pelo público. Desejo também que os amantes de literatura esperem ansiosos por meus lançamentos!


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